| Ciclismo - Dicas para treinamento | |||
Treine moderadamente - O corpo tem limites, não tente encontrá-los muitas vezes. Não queira acabar todos os dias exausto. O grande erro da maioria dos atletas, é entusiasmarem-se e transformar os treinos, que deveriam ser de recuperação, em competições com os colegas. Quanto maior o nível de forma, maior deve ser a diferença de intensidade entre os dias fáceis e os difíceis.
Treinar consistentemente - O corpo humano necessita também de rotina nos esquemas de treino para conseguir uma melhor adaptação ao esforço. Isso é possível com um padrão de treinos que seja estruturamente igual, durante várias semanas. A variedade também é importante. Quando se está doente ou lesionado, não se deve treinar. É preferível parar uma semana e tratar o problema, que não parar e nunca chegar a estar a 100% porque não tratou completamente a doença ou lesão. Descanse adequadamente - O descanso é mais importante que o treino. É durante o descanso que o corpo se adapta ao trabalho anteriormente realizado. E quanto maior a carga, maior e melhor terá que ser o descanso. E quanto mais jovem é o ciclista mais horas de sono precisa. Ao planejar os treinos não esqueça do tempo de descanso. Treinar em grupo esporadicamente - Esta vem ao encontro de um princípio fundamental, que é a individualização. Treinar em grupo obriga a andar rápido quando precisar de recuperação ou fazer mais ou menos horas do que o grupo decidiu fazer. No entanto, treinar em grupo melhora a habilidade e a destreza para andar em pelotão. No período de pré-temporada, no inverno, em que os treinos não são tão específicos, é interessante arranjar um grupo que ande num ritmo confortável. Treinar com objetivos - Crie objetivos. Treinar sem objetivos é como andar à deriva ou navegar sem rumo, nunca sabemos onde vamos parar. A moral, a concentração e a força anímica para realizar os treinos é maior se estiver pensando que o trabalho que você está realizando tem um determinado objetivo, que é uma ou mais corridas, nas quais você quer estar no teu melhor. Trabalhar os seus pontos fracos - A maioria dos ciclistas gasta demasiado tempo a trabalhar aquilo em que já são bons. O segredo de um bom esquema de treinos está na diversificação do trabalho, é claro, sempre levando em conta a especialidade do ciclista. Confiar nos seus treinos - Existem ciclistas, que no dia antes de iniciarem uma competição importante, fazem um treino de grande volume, porque pensam que irão estar em melhor forma física nessa corrida. Algumas vezes são necessários de 10 a 21 dias para o organismo estar totalmente recuperado e iniciar uma corrida exigente, dependendo da dureza dos treinos efetuados anteriormente. Escutar seu corpo - Um plano pode estar traçado para vários dias. Mas é preciso interpretar as sensações. A verdade é que ser profissional é saber tomar decisões na altura certa, mesmo que tenha que fazer pequenas alterações ao plano inicial. Comprometer-se a atingir objetivos - Talvez seja o mandamento mais complicado para alguns ciclistas , principalmente os mais jovens, quando têm que renunciarem a um determinado estilo de vida para melhorarem o seu rendimento no ciclismo, como deitar mais cedo, reduzir o número de idas a discotecas, ter uma alimentação equilibrada, entre outras coisas. | |||
domingo, 20 de maio de 2012
TREINAMENTO.
Dica da Pedal Peças 3321-2652.
Em meio a alguns blogs sobre ciclismo e pedaladas em longas distâncias, achei legal compartilhar algumas dicas publicadas no blog “Até Onde Deu pra Ir de Bicicleta“, onde comenta sobre hidratação, alimentação, vestuários e outros entrames envolvidos com esticadas um pouco maiores. aí vão algumas das dicas…
Hidratação: até aí nada de novo, pois sempre fui atento a essa questão. A cada 15, 20 minutos um pouco d’água. No caso de pedaladas de longa duração (acima de 2 horas) utilizo isotônico (Gatorade, água de côco, etc.) que também repõe sais minerais e tem carboidratos para manter a energia.
Alimentação: aí uma grande diferença. Nas pedaladas longas que já fiz sempre levo bastante rango. Engano com umas barrinhas de cereal e o momento do “banquete”, com sanduiches, frutas etc. Se estiver em algum local com comércio, aproveito também alguma lanchonete ou padaria. O grande erro: sempre comia quando a fome chegava. Fazendo isso, sempre chegava um momento no pedal onde me sentia fraco (achava que era apenas devido ao cansaço) além de me sentir um saco sem fundo, e nada que eu comia resolvia. Deve ser feito como a hidratação, ou seja, devemos manter a ingestão de carboidratos para termos energia durante toda a pedalada. Dessa vez levei umas tirinhas de doce de banana, que ia comendo a cada 30, 40 min, durante o pedal (além da hora do rango mais pesado mesmo). Isso me deixou bem mais inteiro durante toda a pedalada , que totalizou pouco mais de 7 horas (de pedal girando, excetuando-se os descansos).
Roupa de baixo (o que???): isso mesmo. A famosa cueca senhoras e senhores. Parece bobagem? Pedale por 7 horas com uma cueca slip. A costura provavelmente deixará a pele da virilha em carne viva. E se estou escrevendo isso, é porque infelizmente já aconteceu. Mas valeu a lição. Cuecas grandes, tipo boxer (tá na moda já faz um tempo).
Conforto: bermuda acolchoada, selim confortável. Mamãe passou talquinho e cuidou tão bem, não vamos fazer pouco caso agora.
Costas livres: nada de mochila, pochete ou mochila de hidratação. Da mesma forma, ao longo das horas, o pequeno peso vira um verdadeiro fardo a ser carregado, e a lombar que já é exigida por posições mais agressivas de pedalada vai abrir o bico.
Protetor solar: dispensa comentários.
Resumo da ópera: é claro que para fazer longas pedaladas é preciso o mínimo de preparo. Começe com distâncias menores, mantenha regularidade, e se animar, escolha um dia para esticar um pouco mais longe. Após o pedal mantenha a boa alimentação, e é claro, descanse. No caso de pedaladas longas, alguns desses pequenos detalhes podem fazer a diferença entre chegar bem, chegar um bagaço, ou voltar empurrando.
sábado, 19 de maio de 2012
Nova bicicleta elétrica off-road enfrenta areia e neve
Modelo full suspension de empresa norte-americana é inspirado no design da Ducati
A bike, batizada de III Hanebrink, tem um motor selado de 750 Watts de potência, câmbio de sete marchas integradas e uma bateria 36V/9.6Ah LiNMC com 32km de autonomia.
A bicicleta pesa 40 quilos e está disponível nas cores preto e laranja. O preço inicial é de US$ 6.750,00.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
"VOLTA DO ICAPUÍ" DIA 19/05/2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
AGENDA PARA 17/05/2012 (TRILHA)
LOCAL DE ENCONTRO: "TEATRO DIX-HUIT ROSADO"
HORÁRIO SAÍDA: ÀS 19:00 EM PONTO
DESTINO: CURRAL DE BAIXO POR TRILHA
DISTÂNCIA:45 KM (IDA E VOLTA)
NÍVEL: INTERMEDIÁRIO/ALTO
com carro de apoio. da pedal peças
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Pedal Peças Informa.
Freio a disco segurando. O que fazer?
Poucos sabem e vendedor não informa na venda que freio a disco hidráulico requer uma manutenção regular para não ficar pegando no disco.
O que acontece é que detritos da via entram na pinça, como em outras partes da bike, e vai grudando na pare externa do pistão toda vez que você aciona o freio. Com o tempo, essa sujeira passa a gerar um atrito entre o pistão e a caixa da pinça impedindo o retorno total do pistão. Com isso, o disco esquenta, um barulho aparece e sua pastilha de freio vai embora mais cedo.
Para evitar isso, basta limpar os pistões toda vez que sentir que tem algo pegando. Ou fazer limpezas preventivas, como no caso da corrente.
A operação é simples, mas requer alguns cuidados. A principal recomendação é usar o mesmo tipo de fluído usado no freio. Ou seja, se for Shimano, óleo mineral; Se for Avid ou freio que use fluído de freio, usar fluído para umedecer a sujeira e depois limpar com um pano.
Para fazer isso você deve retirar o freio da bike, retirar as pastilhas e apertar o freio. Com os pistões expostos, umedecer com o líquido do freio e limpar com um pano. Não use óleos ou spray “mágicos”, somente o mesmo líquido do freio. Depois retorne os pistões com uma chave de fenda com cuidado e remonte. Ele vai voltar a lhe obedecer quando soltar o freio.
terça-feira, 15 de maio de 2012
A hora de trocar a corrente
Dica da Pedal Peças
Passe na Pedal Peças e confira o desgaste de sua corrente, e troque-a se preciso for evitando a perda da catraca "k7" e do pé de vela.
Essa é uma dúvida que muitos tem e para a qual já ouvi as mais diversas respostas. Desde quilometragens limites a tempo de uso dependendo de quanto choveu.
A realidade é uma só, qualquer número diferente de 5 mm esta errado. Esta é a forma matemática para afirmar que a corrente deve ir pro ferro velho: 5 mm a mais de comprimento para cada 100 elos.
Colocando de outra maneira, quando a corrente estica, e ela estica, a folga em cada elo for maior que 0,05 mm ela começa a levar junto pro buraco o cassete e quem sabe o pedivela. Qualquer engrenagem com folga só gera mais folga.
Em quanto tempo sua corrente vai chegar a esta folga depende de inúmeros fatores: seu peso, como você pedala, lubrificação adequada, limpeza, clima, etc. Mas basicamente, toda vez que você traciona a corrente ela se desgasta.
Se você é daqueles que gosta de sentir a perna latejando após uma subida, saiba que você gastou mais corrente que seu amigo que girou, girou e girou o pedal. Portanto, não adianta falar que é com 1000, 1500 ou jogar dinheiro fora trocando com 500 km, tem que medir. Cinco milímetros ou mais a cada 100 elos é a hora de trocar.
E assim temos o problema, como medir a corrente? Tirar e botar na parede para contar elos e ver o quanto esticou? Se você tiver engate rápido até pode ser uma para não ter que comprar uma ferramenta. Mas se tiver que tirar pino, esqueça, pois cada vez que você mexe em um elo, ele fica mais fraco. E lembre-se de que em corrente, o elo mais fraco é que manda na vida útil.
Para facilitar a vida existem no mercado réguas especialmente para isso. Elas permitem fazer essa verificação em menos de um minuto e sem sujar as mãos. A Shimano tem a TL-CN40 que você encaixa em dois pontos e se encaixar no terceiro, a corrente já era. As outras mostram valores intermediários. Outros modelos são da Park Tool e de mais duas marcas. Os preços variam de mais de 150 reais, caso da Shimano e Park Tool a cerca de 50 reais, caso da Sheng.
Agora que você já sabe como monitorar sua corrente, pare de inventar ou seguir teorias malucas sobre a hora de trocar a corrente. Basta medir.
Ferramenta da Shimano:
Ferramentda da Park Tool:
Medidor de desgaste da corrente da Sheng:
PEDAL PEÇAS 3321-2652
Passeio de Hoje 15/05/12 - Juremal.
Distancia: _____50 km.
Saída as: ______ 07:00Hs.
Nível: _________Iniciante/intermediário
Data: _________ 15/05/2012.
Saída as: ______ 07:00Hs.
Nível: _________Iniciante/intermediário
Data: _________ 15/05/2012.
O QUE USAR:
- CAPACETE.
- LUVAS.
- TÊNIS OU SAPATILHAS.
- LUZES TRÁS E FRENTE.
- VESTES DE CICLISTA.
- KIT DE REMENDO.
- CAMARÁ DE AR RESERVA.
- BOMBA P/ ENCHER PNEU.
- ÁGUA.
- BARRA DE CEREAIS.
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