terça-feira, 10 de julho de 2012

SO NA PEDAL PEÇAS  - FAROL PARA BIKE DE 1200 LUMENS por R$ 250.00








Catacterísticas:

• Produto lacrado na caixa;
• Potência máxima de 900 Lumens;
• Led Indicador de carga da bateria;
• 3 Modos:
•• Alto - 900 lumens (4 horas);
•• Baixo - 500 lumens (5 horas);
•• SOS - 900 lumens intermitentes;
• Vida útil do led: 50.000 horas;
• Peso do kit: aprox. 330g;
• Dimensão da caixa: 20 x 22 x 6 cm;



Composição do Kit:
• Caixa/Embalagem do Produto
• Borrachas de fixação para guidão (Compatíveis com guidão 25.4 e 31.8mm);
• Suporte elástico para fixação no Capacete/Cabeça;
• Cabo extensor de bateria
• Bateria de Ion-Lithiun recarregável;
• Carregador (110 – 240V);
• Bolsa para bateria com velcro para fixação;


Autonomia da Bateria:

3 Horas em Luz Alta - 900 Lumens
4.5 Horas em Luz Baixa - 500 Lumens
6 Horas em modo Piscando

na Pedal Peças  3321 2652

segunda-feira, 9 de julho de 2012

escolha o pneu certo

Os Pneus

Pneu é uma das coisas mais difíceis de se escolher numa bike. Além de existir centenas milhares de modelos, é meio Fórmula 1: o que serve para um tipo de terreno não serve para outro.
Com mais cravos, com menos cravos, largos, estreitos, dobrável, de arame, maior rolagem, melhor aderência, bom para lama, bom para cascalho… é complicado.
Nesse post, então vamos esclarecer o básico para você escolher o melhor pneu para o tipo de terreno onde você pedala mais frequentemente.
Primeiramente, o tipo de pneu utilizado em Mountain Bikes é o Clincher, onde um ressalto (talão) no pneu encaixa em flanges no aro. Esse ressalto (em inglês, bead), pode ser em arame ou kevlar.

Corte de pneu clincher com câmara: 1-Aro 2-Fita do aro 3-Lateral do Aro (área de frenagem em Vbrakes) 4-Talão(Bead) 5-Câmara de ar 6-Parede 7-Banda de rodagem
Com ou sem câmara?
O pneu pode ser com ou sem câmara (sem câmara = tubeless). O pneu tubeless tem duas vantagens no mountain biking: primeiro, tende a ser um pouco mais leve; segundo, com ele você pode usar pressões muito baixas sem haver o que chamamos de snake bit, um furo ocasionada na câmara de ar quando esta, por estar o pneu com uma pressão muito baixa, se desloca e fica entre o pneu e o aro. As pressões baixas são utilizadas porque aumentam o contato com o solo, proporcionando assim máxima tração.
O tipo de válvula
Seja o pneu com câmara ou tubeless, será necessária uma válvula para calibrá-lo. A válvula pde ser do tipo Schrader (idêntica às usadas em pneus de automóveis), chamada comumente de “Pito Grosso”, ou do tipo Presta, a famosa “Pito Fino”.
Válvulas Presta e Schrader
Ambas as válvulas permitem a entrada ou saída do ar pressionando-se um pino que se sobressai no seu interior (veja animação abaixo).
Ao ser pressionado, o pino permite a entrada ou saída de ar.
Essencialmente não há grande diferença na eficiência de um ou outro modelo. Em pneus tubeless, a Presta é mais comum, e essa tem a vantagem de exigir um menor furo no aro, o que pode melhorar a resistência do mesmo. Em tese a calibragem com a Presta é mais precisa, mas isso é um detalhe completamente irrelevante em Mountain Biking.
Embora a maioria das bombas manuais disponíveis funcione automaticamente em ambos os tipos de válvula, um adaptador é necessário se você for usar uma bomba compatível apenas com válvulas Schrader em uma válvula Presta. Outra coisa, que li em um post do usuário Voodoo, no Pedal.com.br, e faz todo sentido: Evite calibrar seu pneu em postos de gasolina. A bomba de posto é desenhada para altos volumes de ar, então se você colocar lá 45 libras assim que conectar a mangueira na válvula a bomba enviará uma tremenda quantidade de ar para encher o pneu e chegar nessa pressão, podendo ocorrer então uma explosão do pneu da bike.
Adaptador para calibrar uma válvula Presta numa bomba comum
Os tamanhos
Primeiro, o pneu tem uma numeração ao lado, tipo 26 x 2.1. O que isso significa?
Bom, o tamanho do pneu de uma mountain bike é expresso como o diâmetro da roda, em polegadas, pela largura maior pneus. Portanto 26 x 2.1 significa que o pneu tem 26 polegadas de diâmetro e 2.1 polegadas de largura.
Em tese, os pneus não precisam ser idênticos na dianteira e na traseira, sendo comum pneus específicos para as duas rodas. Mesmo pneus de modelos ou larguras diferentes podem ser usados, dependendo do tipo de uso que o ciclista fará.
Largura dos pneus
Quanto à largura dos pneus, o segredo é encontrar a ideal para as suas condições. O site da Maxxis faz uma análise genérica sobre as larguras mais comuns disponíveis e o uso sugerido:
26 x 1.8: Este pneu de baixo volume é projetado para uso em lama.
26 x 1.9: Este pneu de baixo volume será leve, mas ainda exige alta pressão. Usado por pilotos leves ou em aplicações de corrida.
26 x 2.0 / 2.1: Estes tamanhos têm sido o padrão para cross-country, proporcionando um grande compromisso entre baixo peso e grande área de contato para aumentar a tração.
26 x 2.25 / 2.35: Este tamanho está se tornando o padrão “all mountain” dos pneus. Ele funciona bem para andar num XC agressivo, provas em montanha ou para qualquer viagem épica que possa exigir longas subidas e descidas técnicas e rápidas.
26 x 2.5 / 2.7: Usado em downhill. A área de contato grande oferece excelente tração, e o alto volume de ar ajuda no amortecimento, trabalhando em conjunto com a suspensão. Esta tecnologia diminui a probabilidade de furos em terreno extremamente ásperos quando em altas velocidades.
Kevlar x Arame
As laterais dos pneus de bicicleta, tipicamente, são em arame. De algum tempo para cá, foram desenvolvidos os pneus com laterais em Kevlar, o que retira aproximadamente 70g de peso em cada pneu, e permite – diferentemente de pneus com laterais de arame – que eles sejam armazenados dobrados, o que lhes rendeu a denominação “foldable” (dobrável).
O que são TPIs?
TPI significa Threads Per Inch, ou seja, fios por polegada. Ele define o número de segmentos contidos em um centímetro da carcaça do pneu. Quanto menor o número de TPI, maiores será o calibre dos fios. Assim, o pneu se torna mais durável . Quanto maior o TPI, mais leve, mais flexível e menos resistência à rolagem terá o pneu, mas ele será menos resistente e mais suscetível a furos e rasgos. A maioria dos pneus utilizados em MTB são 60 TPI, sendo os de 120 TPI utilizados principalmente em competições ou por quem tem preocupação com a performance.
A dureza
Como pneus para automobilismo, pneus de bikes também possuem diferentes compostos de borracha, medidos por um aparelho chamado durômetro.
Por exemplo, a linha eXCeption Series da Maxxis com índice 62a é mais duro do que a linha Maxxis Super Tacky, que é 42a. Essa diferença também pode ser sentida com a mão quando se aplica pressão na banda de rodagem de um pneu. A Dureza é apenas uma dentre muitas das propriedades dos compostos, podendo fornecer uma orientação geral sobre o desempenho do composto, mas não podendo ser considerado um indicador preciso do desempenho do pneu. Por exemplo, o composto mais duro terá tipicamente desgaste menor da banda de rodagem e melhor rolagem, enquanto que o composto mais macio irá proporcionar máxima tração. No entanto, outras propriedades, como tamanho dos cravos e resistência a rasgos são também importantes. Assim, a dureza do composto é apenas parte da equação do pneu. O composto do pneu, sua composição química, desenho da banda de rodagem, design de cravos e desgaste dos pneus são fatores que afetam o desempenho. Diferentes áreas, tais como aderência, durabilidade e eficiência de rolamento são otimizados em cada composto. Então, e´importante considerar todas as variáveis ao selecionar um pneu.
Pneus “Dual-compound” (de composto duplo) apresentam uma banda de rodagem relativamente rígida para menor desgaste, com uma formulação mais suave, de maior aderência nas laterais. A intenção é proporcionar melhor tração nas curvas, sem comprometer a vida útil do pneu.
A banda de rodagem
Bom, levando em consideração que você decidiu se seu pneu será tubeless ou com câmara, a dureza, se será dobrável ou não, se será um pneu de kevlar ou arame, com quantos TPI e qual o tipo de válvula, chegamos a uma questão quase filosófica: o desenho da banda de rodagem.
Pneus de perfil mais redondo, com cravos mais unidos e baixos proporcionam rolagem melhor em estradões, dando maior velocidade em terrenos desse tipo, como o Maxxis Crossmark, Ignitor ou Ranchero, ou os Schwalbe Nobby Nic ou Racing Ralph. Mas não dão certo para lama.
Maxxis Crossmark
Maxxis Ignitor
Maxxis Ranchero
Schwalbe Nobby Nic
Schwalbe Racing Ralph
Se você quiser algo levíssimo, pode tentar o Schwalbe Rocket Ron ou o Furious Fred (esse é quase um semi-slick), mas são pneus para estradões, sem cascalho ou trechos técnicos (o famoso speed com poeira) e que furam com facilidade. São recomendados, pela própria Schwalbe, apenas para provas. O MaxxLite 285 é outro só indicado para provas (pesa 285g – a média de peso de um pneu é 550 – 600g), com performance similar ao Rocket Ron. Observe os cravos extrememente baixos.
Schwalbe Rocket Ron
Schwalbe Furious Fred
Maxxis MaxxLite
O Larsent TT é um pneu que se diz bom para qualquer terreno, devido aos cravos pequenos e espaçados, mas não tem essa rolagem assim tão boa, nem agarra bem em curvas devido aos cravos laterais muito pequenos. Por outro lado, seu composto é mais macio (em alguns modelos), e o formato angulado dos cravos centrais garante ótima aderência em trechos técnicos mais lentos como pisos de pedra molhada.
Maxxis Larsen TT
Outro pneu que se pretende para todo terreno é o Continental Race King. Mas os cravos baixinhos dele, embora deem uma boa rolagem são a certeza de pouca aderência. Contudo, pelo seu desenho bem aberto, podem ser uma boa opção para lama.
Continental Race King
Pneus com cravos maiores e mais separados, como o Maxxis High Roller, proporcionam ótima tração em terenos com areia solta e rolam super bem em estradões, agarrando bem em curvas por causa dos cravos laterais grandes. O Monorail (também Maxxis), com cravos pequenos e rampados no centro são bons em areia solta e terrenos mais ásperos como cascalho solto.
Maxxis HighRoller
O Continental Explorer tem cravos maiores na lateral, que dão uma melhor aderência nas curvas, mesmo em pisos solto como cascalho.
Continental Explorer
Obviamente esse é só um indicativo. Quem pedala com seriedade (e tem grana), costuma testar, analisar o desempenho e ter mais de um tipo de pneu, dependendo do terreno escolhido. Não confie 100%, lembro sempre, em conversa de vendedor – é importante testar você mesmo. Passei muitos perrengues com vendedores tentando me vender qualquer coisa que tinham, até que fui muito bem orientado pelo David, da Rapanui, depois de explicar para ele como era meu pedal, e o tipo de terreno predominante, em comprar meu High Roller XC. Quem pedala de verdade e principalmente, participa de competições, em geral pode orientar melhor. Isso não é uma propaganda – apenas um reconhecimento honesto.
No fim das contas, faça a sua escolha e fique de olho nos nossos reviews de pneus que estão por vir.
Esse post tem como fonte de informações técnicas o site da Maxxis.

Dicas para pneus com selante (Tubeless ou com câmara)
Não é bom deixar a bike encostada com a válvula para baixo, pois por gravidade o selante desce e pode entupir o bico.
Caso a câmara (ou o pneu, no caso de tubeless), por alguma razão, esvazie, evite enchê-la usando cartuchos de CO2. A Própria Joe’s explica que o CO2 dos cartuchos ressecará o selante bem rápido, anulando sua eficiência, e recomenda esta solução apenas para casos emergenciais. Avisa, ainda, que o CO2 injetado deverá ser substituído por ar atmosférico o mais rápido possível.
Mesmo sabendo que você esteve imune a furos, de quando em vez é bom esvaziar o pneu e re-encher, para liberar o bico e mexer tanto no selante como na câmara (contrair e expandir as paredes para não deixar o selante secar e corromper a câmara).
Como tudo na vida, o selante tem validade, e a câmara com selante terá uma vida útil menor. para evitar problemas longe de casa, uma vez a cada 6 ou 12 meses (no máximo!) eu trocaria a câmara com selante por uma nova.
Não sendo um método infalível, manda o bom senso carregar uma câmara de emergência com bomba. Não custa nada.



quinta-feira, 5 de julho de 2012

DICA DA SEMANA.


Overtraining nos esportes com bicicleta

Aprenda a evitar os perigos da sobrecarga de estresse no esporte.
Você já deve TER ouvido falar de overtraining, também chamado de síndrome do excesso de treinamento, super-treinamento ou ainda over fitting. Para resumir em poucas palavras, overtraining é quando um atleta, amador ou profissional, excede os próprios limites no treinamento.
Pode parecer um paradoxo, mas entre os especialistas existe um ditado que diz que é melhor ir para uma competição 10% sub-treinado do que 10% super-treinado. Overtraining é coisa séria e por ignorar seus efeitos, muitos atletas se decepcionam na hora H após meses e meses de preparação para um determinado evento.
Além da rotina de treinos e provas, outros fatores que podem induzir ao overtraining são os chamados fatores externos como estresse, relações interpessoais (família, patrocinadores, adversários etc) e ambientais.
Estudos acadêmicos apontam que os atletas mais suscetíveis a passarem dos limites são os mais motivados, os profissionais de alto rendimento, atletas que voltam aos treinos sem estarem recuperados de uma determinada prova ou treino anterior, e também os atletas que dispensam a orientação profissional de um treinador qualificado.
TREINO, FADIGA E RECUPERAÇÃO
A sobrecarga e o estresse são fatores presentes e necessários na vida de quem quer melhorar a performance em qualquer esporte e no ciclismo, mountain bike, triathlon ou qualquer esporte olímpico as coisas não são diferentes.
Mas é importante ter em mente que o corpo necessita do descanso, também chamado de recuperação, para ter tempo de assimilar o treinamento. É durante o repouso que, entre outras coisas, nosso corpo recarrega os estoques de energia e refaz os danos que aconteceram em nível celular nos tecidos musculares.
“Na Itália, somos instruídos a descansar de verdade no fim da temporada, entre novembro e dezembro. Voltamos para o Brasil normalmente em novembro com uma planilha bem light que inclui caminhadas leves e atividades físicas recreacionais. Temos ordem de não pedalar. Aí vamos começando gradualmente a pedalar no início de janeiro. No período de base, temos um dia de descanso ativo”, conta Otávio Bulgarelli ciclista profissional que ingressou esse ano na equipe italiana Farnese-Vini-Neri Sottoli.
O ganho de condicionamento vem do equilíbrio entre treinamento, fadiga e recuperação. O descanso e a recuperação devem estar presentes nas planilhas de treino dos ciclistas. Sem a recuperação não há a melhora nas condições do atleta, há na realidade uma perda de forma.
“A recuperação pós treino é o começo dos processos de adaptação a um estimulo, ou seja, todo o ganho do treinamento virá na recuperação, portanto se o atleta negligenciar a recuperação ele estará prejudicando diretamente o resultado dos seus treinos”, afirma o professor de educação física e preparador físico Marcelo Hendel, responsável pela VM3 Assessoria Desportiva.
SINTOMAS
O overtraining pode ser detectado por meio de sintomas físicos, emocionais e por indicadores de performance. Entre os atletas profissionais de alto nível, há também exames laboratoriais que consistem em examinar o sangue em busca de substâncias que aparecem no organismo de um indivíduo que passou dos limites. Maratonistas de nível olímpico, por exemplo, se submetem a exames constantes.
Os sintomas mais comuns do overtraining são a perda de peso e de apetite, irritabilidade, estresse físico e mental, perda de desempenho, apatia, distúrbios do sono, fadiga persistente, aumento de infecções diversas, músculos doloridos com freqüência, batimentos cardíacos elevados quando em repouso ou pouca variação dos batimentos cardíacos durante os treinos.
EFEITOS FÍSICOS
  • Baixa imunidade devido à diminuição dos glóbulos
    brancos
  • Perda de peso excessiva
  • Diminuição drástica da gordura corporal
  • Aumento dos batimentos cardíacos em repouso
  • Redução da força muscular
  • Elevação no batimento cardíaco submáximo
  • Incapacidade de concluir exercícios e treinos
  • Queimação crônica nos músculos
  • Fadiga
  • Aumento na incidência de lesões
  • Diarreia
  • Falta de menstruação
  • Resfriados e gripes constantes
  • Insônia
  • Palpitações
  • Baixo nível de testosterona
  • Aumento no nível de cortisol
EFEITOS PSICOLÓGICOS
  • Depressão
  • Falta de apetite
  • Irritabilidade
  • Perda de motivação
  • Perda do entusiasmo
  • Perda do espírito competitivo
EFEITOS NA PERFORMANCE
  • Fatiga precoce durante treinamento
  • Diminuição na capacidade aeróbia
  • Baixa performance
  • Incapacidade de concluir treinamentos
  • Recuperação lenta
TESTES
Apresentamos dois testes muito simples que ajudam a evitar o super-treinamento.
Um jeito prático de checar o estado de fadiga foi desenvolvido pelo finlandês Dr. Heikki Rusko, professor de fisiologia da Universidade de Kuopio, numa pesquisa feita com esquiadores de cross country.
Veja como se faz:
  • Tire 10 minutos para deitar confortavelmente e descansar sempre no mesmo horário do dia (pela manhã é o ideal)
  • No final dos 10 minutos, anote o batimento cardíaco
  • Fique em pé e, após 15 segundos, anote novamente o batimento
  • Depois de 90 segundos repita a operação
  • Depois de 120 segundos meça novamente e anote o valor dos batimentos
Atletas bem descansados terão pouca ou nenhuma variação dos batimentos nesse teste. Mas se o resultado for de 10 batimentos por minuto ou mais no fim do teste, é sinal que o atleta não está recuperado de determinado treino ou prova e precisa descansar para evitar entrar em overtraining.
Outra forma é responder o seguinte questionário:
  1. Eu acabei de correr alguma dura prova resistência (Marathon, Ironman, prova por etapa etc)?
  2. Perdi interesse em treinar ou praticar esporte?
  3. Meus treinos de rotina parecem que estão mais difíceis?
  4. Pensar em treinar e competir me faz sentir medo?
  5. Estou ficando mais irritado com as coisas mais simples?
  6. Perdi apetite ou estou comendo demais?
  7. Estou me sentindo estressado mentalmente, fadigado ou introspectivo?
  8. Sinto dores, incômodos e ardências generalizadas pelo corpo?
  9. Tenho sentido insônia e dificuldade par dormir?
  10. Tenho atitudes negativas ou acessos de raiva?
  11. Tenho sofrido com gripes e resfriados mais que o usual?
  12. Meus batimentos cardíacos pela manhã estão mais altos que o normal
Se você respondeu sim a quatro ou mais questões é sinal que seus treinos que você pode ter passado dos limites e é melhor ficar atento e evitar o overtraining.
Fonte: Sports Medicine
TRATAMENTO
Nos casos mais severos de overtraining, o atleta terá de ficar vários dias, semanas ou até mesmo meses longe do esporte. No máximo vai poder fazer uma atividade de baixo impacto.
Lembre-se que o estresse e a sobrecarga fazem parte do treinamento. O controle desses índices é que faz a diferença. Inclusive, o overtraining é uma das técnicas usadas por treinadores para elevar a performance de um atleta. Essa técnica desenvolvida inicialmente na ex-União Soviética é conhecida como “choque” e é aplicada em determinados ciclos da periodização.
APRENDA A EVITAR
Um erro muito comum entre muitos atletas está em treinar muito forte em dias onde se devia estar treinando leve. Quando chega a época para se realmente treinar forte, você já está exaurido.
Procure a orientação de um bom profissional especializado no treinamento desportivo e faça uma avaliação médica e uma avaliação física. Com base nesses dados um bom profissional vai saber como você está e para onde devem ir seus treinos.
Periodize sua temporada. Treinar forte o ano todo, além de ser inútil, conduz o atleta ao próprio calvário. Todos atletas de ponta, de todas as modalidades, tiram férias. Tire também.
Cuidado com treinadores. Muitos podem errar na dose, especialmente no começo do acompanhamento. A dica é conversar bastante com ele e ir relatando como se sente após cada treino, especialmente os mais duros.
Alguns treinadores de ciclismo e de triatletas de alto nível, como o norte-americano Joe Friel, recomenda uma semana de folga a cada duas ou três de treinamento. Essa semana de folga não significa descanso absoluto, mas uma semana com aproximadamente a metade do volume das semanas normais e com bem menos intensidade nos treinos. Essa semana de recuperação vai depender de vários fatores, como descrito no parágrafo abaixo.
O descanso é algo individual e varia muito de acordo com a idade, condicionamento de cada um e também do grau de cansaço. Via de regra, precisam de mais intervalos para recuperação os indivíduos das categorias Júnior e Juvenil e também os mais experientes da Master e Veteranos.
Treine dentro de seus limites, e nunca termine um treino em que você sinta a sensação de estar exausto e sem energias. Se você terminou um treino assim, você exagerou, pegou forte demais. Termine seus treinos com a sensação de que poderia ter treinado um pouco mais. Muitos acreditam que treinando forte a 100% o tempo todo, a condição física vai melhorar rápido. Ledo engano. Poupe suas energias para as provas. É importante sempre ter em mente a máxima: Treino é treino e prova é prova.
Aumente gradativamente a carga, o volume e a intensidade de seus treinos. Especialistas aconselham aumentar esses parâmetros em 10% por semana, o que para muitos, dependendo da idade e forma física, já é muito.
Preste muita atenção nos sinais do seu corpo. Constantes resfriados e dores de garganta podem ser um sinal de excesso de treino.
Fique atento aos seus batimentos cardíacos. Se, logo de manhã, ainda deitado, eles estiverem acima do normal, é hora de tirar folga. Tenha o hábito de saber qual sua frequência cardíaca pela manhã ainda em repouso. Se notar que houve aumento de 5 ou mais batimentos por minuto logo pela manhã, em repouso, fique esperto, pois é um indicador que você não está completamente descansado e seria bom tirar uma folguinha.

DICA DE TRILHA.

 Canoa Quebrada/Olho D agua
Município – Aracati
Local de Partida – Canoa Quebrada.
Trilha de grau - médio.
Distância da Pedalada é de  – 60,44 Km de pura adrenalina.
Em direção a Olho D agua, ao avistar os cata-ventos dobrar a direita; trilha belíssima!
Obs: Checar os equipamentos como câmara de ar, chave de corrente e não esquecer de levar muita água.
Nunca pedale só.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

TOUR DE FRANCE HOJE 04/07/2012


Abbeville
O portal da Baie de Somme la, classificada entre as mais belas baías do mundo, Abbeville está localizado no coração de um ambiente intacto e convida você a descobrir ...
Rouen
Em Rouen eo vale do Sena, há uma enorme variedade de mais de 200 atrações disponíveis a partir dos edifícios religiosos, incluindo os mosteiros de Saint-Georges de ...

Greipel termina um esforço de equipe maravilhosa

Uma vez que a fuga do dia chegou a ir uma vantagem de quase nove minutos, a equipe Lotto-Belisol transferiu-se para a frente do pelotão e começou a considerar o sprint que se esperava em Rouen. Apesar de ter sido o palco quarta maior do Tour de France 2012, de Abbeville de Rouen, a ação real veio nos últimos três quilômetros. É quando os empurrões para a posição começou a sério e os trens levam-out começou a se formar. Até perto da cabeça do pelotão, no entanto, um toque de rodas na velocidade que é necessário para afastar qualquer ataque ambicioso pode ser traiçoeira; infelizmente, isso é ... Leia mais

O estágio em imagens


 

Resumo da corrida

Giro apresenta o capacete de ciclismo Air Attack


Modelo deve chegar ao mercado no primeiro semestre de 2013

A Giro apresentou no dia 20 de junho, em Scotts Valley, na Califórnia, o capacete Air Attack, o novo modelo da marca que promete agitar o mercado de capacetes de ciclismo. O Air Attack tem um design aerodinâmico e um sistema interno de ventilação revolucionário.
Feito de policarbonato e com construção In-Mold, o modelo foi desenvolvido após estudos feitos em túnel de vento e a Giro promete ser o capacete com o menor arrasto aerodinâmico já produzido (Será mesmo?).
Um dos diferenciais do Air Attack é a viseira, que vai fixada na parte frontal do capacete por meio de ímãs. A viseira pode ser retirada e levada no bolso traseiro da camisa ou pode ser colocada na parte frontal do capacete, fixada nos ímãs.
O capacete tem seis entradas de ar e o casco fica apoiado numa armação, distante 3mm da cabeça do ciclista, espaço suficiente para a circulação do ar. O fecho, na região posterior da cabeça, é o já consagrado sistema Roc Loc Air, com um botão giratório. O peso para o tamanho médio será de 264 gramas e a viseira pesa 32 gramas.
O Air Attack deve chegar ao mercado mundial no primeiro semestre de 2013 e vai custar entre US$ 200 e US$ 240 no mercado norte-americano.
Veja o vídeo:

Conheça a Cannondale customizada usada por Peter Sagan no Tour de France


Bike do eslovaco de 22 anos que já venceu duas etapas do Tour de France tem pintura de caveira

Fotos de divulgação
Cannondale customizada usada por Sagan no Tour de France
Pintura de caveira com olhos verdes chamam atenção
O eslovaco Peter Sagan, de 22 anos, está em ótima fase. Nesta terça-feira (3 de julho), venceu sua segunda etapa no Tour de France. Sua bike tem chamado a atenção durante a Volta da França.
Totalmente customizada, sua Cannondale SuperSix Evo foi um presente após sua surpreendente atuação no Tour da California, no início da temporada. Após vencer quatro etapas, a Cannondale fez uma aposta com o ciclista. Os termos eram simples: se ganhasse uma quinta etapa, ganharia uma bicicleta customizada para o Tour de France.
Sagan triunfou e agora aproveita o resultado dessa aposta. O ciclista, que foi apelidado de Terminator durante sua temporada de 2009, quando integrava a equipe Cannondale Factory Racing por causa de sua força, levou a brincadeira adiante e sua bike customizada ganhou o nome de Tourminator.
O nome Tourminator veio de apelido do atleta
Cor verde neon toma conta da bike customizada
A pintura de uma caveira em prata metálico, com ameaçadores olhos verdes, é uma das atrações da bicicleta. A cor verde neon, aliás, domina a bike.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Conheça a Owl 360, a câmera de ré para bicicletas


Equipamento fica preso embaixo do banco, enquanto o visor vai no guidão

Fotos de divulgação
A Owl 360 garante mais segurança para o ciclista
Equipamento tem dez LEDs de alta visibilidade
Para ajudar nas pedaladas, a câmera Owl 360 chega ao mercado como mais um acessório para garantir segurança aos ciclistas.
A câmera de ré, que fica presa embaixo do banco, possui um visor no guidão. Assim, o ciclista tem uma visão bem real do que ocorre atrás da bicicleta. A tela é de LCD e pode ser instalada em qualquer tipo de bike.
O equipamento tem dez LEDs de alta visibilidade, que funciona como uma lanterna traseira. A bateria, recarregável, dura até dez horas.
Para saber mais, o site éwww.theowl360.com

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Suíço Fabian Cancellara vence o prólogo do Tour de France 2012

Ciclista cumpriu o percurso de 6,4km em 7min13s; Bradley Wiggins (Sky) foi vice, a 7 segundos
Publicado em 30 de junho de 2012 às 19:21
Foto de divulgação
Fabian Cancellara vence o prólogo e abre o Tour de France de camisa amarela
Em sua quinta vitória no prólogo do Tour de France, o suíço Fabian Cancellara, da RadioShack-Nissan, começou o Tour de France 2012, neste sábado (30 de junho), de camisa amarela.
O cenário foi a mesma Liège, na Bélgica, onde, oito anos antes, o ciclista já havia sido o mais rápido na mesma prova. Cancellara cumpriu o prólogo de 6,4km em 7min13s.
Determinado, Bradley Wiggins (Sky) terminou em segundo, 7 segundos depois. Em terceiro ficou o francês Sylvain Chavanel (Omega Pharma-QuickStep). O atual campeão Cadel Evans (BMC) ficou em em 13 º lugar, a 9 segundos de Cancellara.
Cancellara mostrou que está em boa forma. Nos últimos 12 meses, o suíço amargou uma série de derrotas. Mas, neste prólogo, superou a má fase. “Pensei na minha mulher, no bebê que está vindo, na equipe que me ajuda. Estou orgulhoso de ter feito o trabalho que eu deveria ter feito”, declarou o ciclista que, no prólogo de Liège de 2004 venceu por 1,6s o campeão Lance Armstrong.
OS CINCO PRIMEIROS DO PRÓLOGO
1- Fabian Cancellara (Sui) RadioShack-Nissan 0:07:13
2 – Bradley Wiggins (GBr) Sky Procycling 0:00:07
3 – Sylvain Chavanel (Fra) Omega Pharma-QuickStep m.t.
4 – Tejay van Garderen (EUA) BMC Racing Team 0:00:10
5 – Edvald Boasson Hagen (Nor) Sky Procycling 0:00:11
OS DEZ PRIMEIROS DA CLASSIFICAÇÃO GERAL
1 – Fabian Cancellara (Sui) RadioShack-Nissan 0:07:13
2 – Bradley Wiggins (GBr) Sky Procycling 0:00:07
3 – Sylvain Chavanel (Fra) Omega Pharma-QuickStep m.t.
4 – Tejay van Garderen (EUA) BMC Racing Team 0:00:10
5 – Edvald Boasson Hagen (Nor) Sky Procycling 0:00:11
6 – Brett Lancaster (Aus) Orica GreenEdge Cycling Team m.t.
7 – Patrick Gretsch (Ale) Argos – Shimano 0:00:12
8 – Denis Menchov (Rus) Katusha Team 0:00:13
9 – Philippe Gilbert (Bel) BMC Racing Team
10 – Andriy Grivko (Ucr) Astana Pro Team 0:00:15

quinta-feira, 28 de junho de 2012

75% DOS BRASILEIROS QUEREM BICICLETA COMO MEIO DE TRANSPORTE


 

Pesquisa CONECTAí,  realizada no Rio+20 revela que mais de sete brasileiros em cada dez, cogitam usar bicicleta como meio de transporte “diário”.
Esta pesquisa  foi realizada pelo Ibope, que fez um painel online com 4360 pessoas durante a Rio+20, que encerra hoje.
Quase 30% afirma que a agilidade no trânsito é o maior motivo desse desejo.
Outra boa notícia vida da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, é que foi criado o programa ONU-HABITAT que incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte urbano sustentável. Enfim esta entidade reconheceu o valor da nossa amiga bicicleta.