quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Henrique Avancini conta como é pedalar a nova Caloi Elite Carbon 29er

Por seu custo-benefício atraente, baixo peso e ótima configuração de componentes, bike tem chamado a atenção

       
Henrique Avancini fala sobre a Caloi Elite Carbon 29er
Henrique Avancini, da Caloi, está pedalando a nova Elite Carbon 29er, que foi sensação da feira Brasil Cycle Fair. Por seu custo-benefício atraente, baixo peso e ótima configuração de componentes, a bike tem chamado a atenção.
A convite do Bikemagazine, Avancini descreveu a bicicleta e a personalização.
“A Caloi Elite Carbon 29er foi idealizada pensando no consumidor brasileiro. Ou seja, na estatura, no relevo, no perfil das competições e principalmente no poder aquisitivo do mercado brasileiro.
Em síntese, o projeto foi elaborado para que o produto final fosse uma bike com características muito atraentes e a um preço imbatível.
Ao contrário do que alguns pensam, o desenvolvimento da bicicleta foi muito longo. Sendo testado em laboratórios primeiro, e depois nos testes de campo, onde participei em treinamentos e competições para não só testar o material, mas também corrigir qualquer falha na configuração da Elite Carbon.
A Caloi equipou a bike com grupo SRAM X.0, que é leve, eficaz na parte de transmissão, principalmente pelo novo câmbio traseiro Type 2 . E possui os novos freios Avid X.0 2013, já com a nova plataforma, muito mais eficaz e potente do que a versão antiga do mesmo modelo.
A suspensão é a Rock Shox SID XX, com 100 mm e trava hidráulica na guidão, com espiga Tapered (cônica).

O quadro foi pensado de maneira que fosse confiável, rígido e funcional. Mesmo assim, o peso é atraente (cerca de 1,1kg). A entrada de freio é post-mount, head tube tapered, que faz uma grande diferença na pilotagem, além do cabeamento ser todo interno com guias,o que melhora não só a estética do quadro, mas também preserva o bom funcionamento das transmissões e freios e preserva o quadro, o que melhora ainda mais o visual da bicicleta que já tem um belo grafismo.
A Caloi Elite Carbon ainda vem equipada com pneus Continental Race King 2.2 de Kevlar, que são rápidos e acredito que sejam a melhor e mais abrangente opção, para o solo brasileiro.
As rodas são compostas por cubos SRAM X.9, raios de inox e aros de parede dupla. O escolha das rodas foi feita para oferecer uma roda mais rígida, já que na 29′ os raios são mais longos e uma roda mais frágil compromete muito o rendimento.
O selim é Fizik Tundra 2. Os componentes da conceituada Crank Brothers, como mesa, canote, guidão e manoplas modelo Cobalt 1, além dos pedais Egg Beater Candy da mesma marca.
O preço para o consumidor final sugerido pela Caloi é de R$ 7.999,00.
Personalização
Troquei os freios X.0 pelo XX. Os X.0 modelos de 2012 não estavam no nível da bike. E isso foi corrigido para a bike que chega no consumidor final, que terá o novo modelo X.0.
Fiz também uma alteração no selim, onde mantive o mesmo modelo – Fizik Tundra 2 –, mas com o trilho de carbono. Além disso, alterei o canote por um sem off-set. O modelo vem equipado com canote off-set, pois se encaixa melhor no perfil do consumidor da Elite Carbon. Também utilizo outras rodas em competições e alterei os parafusos de alguns componentes para parafusos de titânio, apenas para diminuir o peso.”

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Bicicleta tomada de assalto é recuperada pela VTR 1224

Policiais da VTR 1224 composta pela Dupla Competente SDs Luzenberg e Rosenberg recuperaram por volta das 16 horas desta quinta feira 29 de novembro de 2012,uma Bicicleta Montain Bike,avaliada em 2 mil reais,que havia sido tomada de assalto próximo ao Viaduto do Alto São Manoel.
Os Policiais estavam em pratulhamento no Alto da pelonha quando avistaram a bicicleta que estava próximo ao uma lan House naquele bairro.
Os policiais reconheceram a bicicleta,pois os mesmos tinham visto a divulgação do roubo da mesma aqui no Câmera 2.
O elemento que estava com a montain Bike,ao avistar a polícia evadiu-se do local.
A Bicicleta foi levada para a DEFUR onde depois dos procedimentos foi entregue ao seu legítimo dono

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Conheça a Rizoma 70/011, uma italiana de carbono e design arrojado

onheça a Rizoma 70/011, uma italiana de carbono e design arrojado
Conheça a Rizoma 70/011, uma bike urbana italiana feita em fibra de carbono e design arrojado
       

A Rizoma 70/011 vem com dois pinhões e pode ser usada como uma bike fixa
A empresa italiana Rizoma, conhecida por seus acessórios para o mercado motociclístico, acaba de lançar sua primeira bicicleta. O modelo 70/011 é uma bike voltada para o uso urbano que tem como destaque seu design arrojado.

O belo conjunto mesa e guidão, usinados a partir de um bloco de alumínio
O quadro, de linhas curvas, é feito de fibra de carbono e tem vários componentes usinados em CNC a partir de blocos de alumínio, como a coroa, o conjunto guidão e mesa, as gancheiras e os pedais. O retrovisor (opcional que custa US$ 100) vai embutido na manopla e é dobrável. O conjunto é uma verdadeira obra de arte.
Em vez de corrente, a bicicleta utiliza o sistema de correia Gates Carbon-Drive e vem de fábrica com a relação 55×22. A bike não tem marchas e vem com duas catracas, um deles fixo. A bike só tem freios na roda dianteira, como convém a uma autêntica fixa.

O pedivela é uma obra de arte e a transmissão é por correia
O quadro é fabricado num único tamanho que atende ciclistas com estatura entre 1,65m e 1,90m. Outro diferencial da 70/011 é a ausência do tubo vertical. O canote de selim vai inserido numa abertura na extremidade do tubo horizontal.
A bicicleta é comercializada por enquanto apenas na cor branca fosca e preto brilhante. O peso é de 8 quilos e o preço na Europa é de € 3.700.

domingo, 11 de novembro de 2012

Marca Polar aposta no aplicativo Beat para iPhone

App fornece metas de treinamento relacionadas com a distância, tempo e calorias, além de mapas, música e histórico

        A Polar, uma das marcas mais reconhecidas de frequencímetros, lançou o aplicativo
Beat, ideal para ajudar quem está treinando.
O aplicativo ajuda a planejar uma meta de treinamento, a treinar com a intensidade adequada, compreender o impacto do seu treino e identificar as faixas de calorias consumidas.
Também fornece metas de treinamento relacionadas com a distância, tempo e calorias, além de mapas, música e histórico de treinamento e recordes pessoais.
O aplicativo é gratuito para download, mas para acessar recursos mais avançados, a empresa sugere comprar o novo Bluetooth Polar H7, primeiro medidor de frequência cardíaca da Polar que usa o Bluetooth 4.0. Vale lembrar que o iPhone 4/5 têm o Bluetooth 4.0 instalado.
Para saber mais, visite o site www.polar.fi/beat

Passeio ciclístico entre Fortaleza e Canindé será dia 8 de dezembro

As inscrições estão abertas e custam R$ 70,00, mais um brinquedo, que será doado para projeto solidário

       
A quinta edição do Passeio Ciclístico Canindé será dia 8 de dezembro. A saída, em Fortaleza, é às 20h e o percurso é de pouco mais de 143 km.
As inscrições estão abertas e custam R$ 70,00, mais um brinquedo, que será doado para projeto solidário.
O evento já faz parte do calendário de eventos ciclísticos da cidade de Fortaleza.
Mais informações pelo e-mail luizjunior00@hotmail.com

sábado, 3 de novembro de 2012

Creatina: uma explosão de energia!


A suplementação com creatina é capaz de melhorar a força e a potência muscular

A creatina é uma amina nitrogenada encontrada naturalmente em alimentos de origem animal. Consiste em um aminoácido, batizado com o nome de ácido metil guanidina – acético, cujo consumo foi recentemente liberado e legalizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Inúmeras pesquisas com a creatina têm sido realizadas, principalmente pela sua utilização como suplemento nutricional responsável por maximizar o desempenho durante o desporto.

Podemos obter a creatina, principalmente, através do consumo de suplemento, peixes e carnes vermelhas. Além disso, é possível produzi-la endogenamente através do consumo de alimentos fontes dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Nos rins, a glicina e a arginina iniciam a primeira reação do ciclo de produção da creatina, que é completado no fígado, com a participação da metionina.

Uma vez formada, a creatina viaja pelo sangue para ser distribuída a diversos tecidos do organismo. Para a sorte dos amantes do esporte, o músculo esquelético é o seu local de armazenamento primário, cerca de 95%, ao passo que os 5% restantes, são divididos entre coração, cérebro, retina e testículos.

A suplementação com creatina fornece energia e favorece o aumento de massa corpórea (ganho de peso), que pode ser decorrente de uma hipertrofia muscular e/ou de uma retenção hídrica.

Fornecimento de energia e retardo da fadiga

Na célula muscular a creatina pode ser encontrada sob a forma livre e, em sua maior parte, sob a apresentação de creatina fosfato ou fosfocreatina (forma fosforilada, combinada a um grupamento fosfato), uma potente reserva energética consumida principalmente em exercícios de alta intensidade, curta duração e reduzidos intervalos entre as séries de recuperação. Com isso, durante um sprint de 100 m rasos ou em uma série de levantamento de peso por halterofilistas, por exemplo, a creatina fosfato é requisitada e favorece uma rápida regeneração de adenosina trifosfato (ATP), a moeda de energia do organismo. Dessa forma, é possível manter e sustentar a intensidade do exercício por um período maior de tempo.

A creatina também apresenta um efeito tampão, em outras palavras, ajuda a neutralizar o meio ácido intracelular ocasionado pelo acúmulo de lactato, o que também proporciona um maior tempo de resistência à fadiga.
Além de melhorar o desempenho esportivo (efeito ergogênico), a creatina também apresenta efeitos terapêuticos. Estudos apontam que a suplementação pode beneficiar indivíduos acometidos por distrofias musculares, doenças neuromusculares, crônico-degenerativas e até mesmo, intolerância à glicose. Há hipóteses que pode auxiliar no tratamento e prevenção de diabetes mellitus e doenças cardiovasculares. Além disso, a creatina possui ação antioxidante, ou seja, combate os radicais livres, aquelas moléculas altamente reativas responsáveis por ocasionar danos às nossas células.

Ganho de massa muscular

A suplementação com creatina eleva a sua concentração intramuscular, potencializando a ressíntese de creatina fosfato no intervalo dos exercícios, o que acelera a formação de mais e mais ATP, favorecendo o aumento da capacidade de contração e recuperação muscular. Além disso, a creatina estimula a secreção de insulina, um hormônio de ação anabólica, que, por sua vez, estimula a síntese protéica, favorecendo o incremento de massa muscular. Dados da literatura reportam que a creatina melhora a captação de glicose pelas células musculares, o que, possivelmente, aumenta a concentração de glicogênio muscular (reserva muscular de glicose).

Dessa forma, a suplementação com creatina previne a depleção de ATP e glicogênio muscular, estimula a síntese de proteínas contráteis e apresenta ação anticatabólica (reduz a degradação protéica). Por isso, estudos demonstram que a creatina pode melhorar a força e a potência muscular, retardar a fadiga e, em associação com o treinamento de força, favorecer o ganho de massa magra.

Retenção Hídrica

A creatina possui elevado poder osmótico, ou seja, apresenta alta capacidade de “puxar” água para o interior das células. Dessa forma, as células musculares ficam “inchadas”, aparentando maior volume muscular. No entanto, o ganho de peso e o aumento do volume muscular, nesse caso, são decorrentes de um acúmulo de líquidos intracelular, que desaparece ao cessar o consumo da creatina. Todavia, é possível que esse aumento da concentração de água dentro da célula sinalize uma maior síntese protéica e/ou apresente um efeito anticatabólico. Mas, esses mecanismos necessitam de mais estudos para serem melhores explicados.

Posso consumir cafeína em associação com a creatina?

Ao contrário do que muitos imaginam a cafeína não aumenta a concentração de creatina intramuscular. A cafeína é supressora do efeito ergogênico da creatina, ou seja, é capaz de inibir a sua ação. Portanto, combinar cafeína com creatina não é uma boa pedida!

Creatina: quanto mais, melhor?

A suplementação oral com creatina aumenta os estoques musculares da substância. Porém, estes são saturáveis, ou seja, limitados. Um dos possíveis mecanismos reguladores do armazenamento intracelular de creatina pode ser explicado pelo fato de que a sua ingestão crônica diminua a atividade de seu transportador, para evitar o seu armazenamento excessivo no interior do músculo. Portanto, quando em excesso no organismo, a creatina não consegue mais ser estocada, sendo eliminada através da urina.

A título de curiosidade, estudos demonstram que vegetarianos e indivíduos não treinados, por apresentarem estoques reduzidos de creatina, obtêm melhores resultados com a suplementação quando comparados a indivíduos bem treinados e não-vegetarianos.

A creatina sobrecarrega a função renal?

Estudos reportam que, para pessoas saudáveis, a creatina é um suplemento seguro e em doses adequadas não causa dano renal, hepático e/ou gastrointestinal. Um estudo publicado no European Journal of Applied Physiology realizado com portadores de diabetes mellitus tipo 2, demonstrou que a suplementação com creatina por 12 semanas não alterou a função renal neste grupo. Outro estudo, publicado na mesma revista, demonstrou que a suplementação por 3 meses com creatina também não alterou a capacidade renal do grupo estudado.

Recente pesquisa, publicada no American Journal of Kidney Diseases, constatou que a suplementação de creatina por 35 dias em um jovem de 20 anos que apresentava apenas um rim, cuja função já estava levemente diminuída, não alterou a sua capacidade renal, sugerindo que a suplementação em curto prazo não altera a função renal, mesmo em um indivíduo com um único rim.

Até o presente momento, não há estudos conclusivos que demonstrem, de forma clara e definida, os possíveis efeitos colaterais de sua suplementação crônica (longo prazo), principalmente em indivíduos portadores ou em risco de doença renal.

Mas, vamos pensar juntos: como produto final do metabolismo da creatina e da fosfocreatina obtém-se a creatinina, que é então filtrada pelos rins e eliminada na urina. Dessa forma, cogita-se a possibilidade de sobrecarga deste órgão, principalmente porque a creatinina é muito utilizada em exames bioquímicos para mensurar a capacidade funcional dos rins. Por isso, não é difícil pensar que, por ser um aminoácido, se consumido em excesso e de forma indiscriminada, a creatina pode vir a lesionar as células renais e hepáticas. No entanto, são necessárias mais pesquisas para elucidar se a creatina pode, de fato, ocasionar danos ao organismo.

É de extrema importância informar que a decisão de utilizar a suplementação de creatina deve ser orientada e acompanhada por um nutricionista e/ou médico em consultório para avaliar a possibilidade/ necessidade de utilização, adequar a quantidade para cada modalidade, além de realizar avaliações periódicas dos compartimentos corporais e verificar se está ocorrendo de fato ganho de massa muscular ou se o "inchaço" é decorrente apenas do acúmulo de água intramuscular, bem como verificar se houve aumento da performance.

Portanto, a maneira mais segura e criteriosa de consumir creatina é através da orientação de um profissional capacitado!

SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO

 
Em todas as nossas atividades diárias estamos constantemente recrutando as estruturas musculares do nosso corpo. Seja dormindo ou praticando esportes eles estão lá, sempre disponíveis para executar o seu trabalho. Alguns, como o músculo cardíaco, por exemplo, nunca param de trabalhar para manter o nosso organismo vivo.
Existem três tipos de tecido muscular no corpo humano, cada um deles com funções específicas:
Músculo Estriado Cardíaco – Também chamado de miocárdio, constitui a parede do coração e possui movimentos involuntários. São os responsáveis pelo bombeamento do sangue para o organismo.
Músculo Liso – Entra na constituição dos órgãos profundos como estômago, bexiga, vasos sanguíneos e intestino, dando-lhes determinados movimentos (contrações). Como o músculo cardíaco, funciona independente da nossa vontade, ou seja, é involuntário. Normalmente são longos e lentos.
Músculo Estriado Esquelético – Os músculos esqueléticos são os responsáveis pelos movimentos do corpo fazendo, portanto, parte do aparelho locomotor que é constituído também pelos ossos e junturas (articulações). Os músculos esqueléticos asseguram o movimento e mantém unidas as peças ósseas, determinando a posição e postura do esqueleto e representam cerca de 40 a 45% do peso total do corpo.

Sendo os órgãos ativos do movimento eles possuem a capacidade de contrair e relaxar, transmitindo os movimentos aos ossos sobre os quais se inserem unidos por tendões, oferecendo uma imensa variedade de movimentos.
O ser humano possui aproximadamente 639 músculos e cada um deles possui o seu nervo motor que controla as contrações, dividindo-se em vários ramos para poder controlar cada célula (ou fibra) muscular, sempre coordenadas pelo cérebro.
A contração muscular produz um trabalho mecânico, normalmente representado pelo deslocamento de um segmento do corpo, quando as fibras musculares reduzem o seu comprimento em cerca de um terço ou metade em relação ao seu estado de repouso durante a contração, realizando um trabalho proporcional a potência e a amplitude de contração, sendo que a potência (força) muscular está diretamente relacionada ao número de fibras do ventre muscular (parte central do músculo, comumente chamada de “carne”).
Os responsáveis pelas contrações da fibra muscular são quatro proteínas: a miosina, a actina, a tropomiosina e a troponina.
A miosina forma os filamentos espessos da miofibrila (componentes da fibra muscular) e estão relacionados à velocidade de contração muscular.
A actina é
a proteína que constitui os filamentos finos da fibra muscular, formando junto com a miosina uma treliça de sobreposição com cada filamento fino sendo circundado por três filamentos espessos e seis finos circundando cada um dos filamentos espessos.
A tropomiosina é uma proteína longa e fina que se liga à actina durante a contração muscular e entre si pelas extremidades, formando longos filamentos que sustentam a forma helicoidal da actina.
A troponina é um complexo de três proteínas que participam da contração muscular no músculo esquelético e cardíaco, mas não no músculo liso.
As fibras musculares são basicamente de dois tipos: 1 e 2.
As fibras do tipo 1 são de contração lenta e difícil fadiga, podendo trabalhar por longos períodos, como no caso das maratonas. São ricas em mitocôndrias e em mioglobina, um pigmento semelhante à hemoglobina e que tem a função de armazenar e transportar o oxigênio para o interior da fibra muscular.
As fibras tipo 2 são de contração rápida e de fácil fadiga. São pobres em mitocôndrias e mioglobina. São as utilizadas quando digitamos, por exemplo.
Quando utilizados em excesso ou mal utilizados, provocando esforço além dos limites ou movimentações bruscas, os músculos podem sofrer lesões sendo as mais comuns as cãibras, fadigas e distensões que ocorrem, normalmente, durante a prática esportiva. Portanto, um programa de fortalecimento muscular geral prescrito por profissional qualificado, bem como evitar os excessos são condutas aconselháveis para mantermos a boa saúde da musculatura. O desenvolvimento muscular proporciona equilíbrio do esqueleto, diminuição da gordura corporal, aumento da resistência muscular, proteção das articulações, melhoria da estética corporal e favorece conforto para os afazeres diários.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Holandês cria a bicicleta "pedalável" mais pesada do mundo

Artista constrói bicicleta de 750 quilos e entra para o Guinness Book.

Holandês cria a bicicleta  
A monstruosidade acima, apropriadamente batizada de Monsterbike, consta no Guinness Book como a bicicleta “pedalável” mais pesada do mundo, contando com absurdos 750 quilos. Segundo o seu criador, o artista holandês Wouter van den Bosch, sua intenção nem era quebrar qualquer tipo de recorde, já que construiu a bicicleta como parte de seu projeto de conclusão de curso.
Segundo Bosch, que se formou em artes, a ideia de criar a Monsterbike surgiu a partir de uma roda de trator, que ele ganhou de alguém. Assim, ao contrário da maioria dos artistas, que começam seus trabalhos a partir de um conceito para depois buscar os meios necessários para expressá-lo, o holandês partiu de uma peça inicial para desenvolver um conceito.
Holandês cria a bicicleta  
E, apesar de ter se empenhado em criar uma bicicleta gigante que fosse funcional — diversos professores de Bosch duvidaram que algum dia a Monsterbike chegaria a sair do lugar —, o artista nunca imaginou que sua invenção ficaria famosa, muito menos que entraria para o livro dos recordes.

Artista transforma peças de bicicleta em lustres incríveis [galeria]

Jovem utiliza materiais reciclados para criar belíssimos objetos de decoração.

 
Os lustres acima, embora pareçam saídos do cenário de um desses filmes pós-apocalípticos, fazem parte do interessante trabalho desenvolvido pela artista Carolina Fontoura Alzaga, que utiliza peças velhas de bicicletas para criar belíssimos objetos de decoração.
De acordo com o site Etsy, Carolina encontra os materiais necessários — rodas, aros e correntes de bicicletas — em ferros-velhos e depósitos espalhados por Los Angeles, criando intrincados objetos feitos com peças recicladas. E a artista só utiliza objetos que foram descartados, como forma de reutilizar materiais que, invariavelmente, estariam amontoados em um lugar qualquer, acumulados na forma de lixo.
Você pode conhecer mais sobre o trabalho de Carolina e suas motivações assistindo a um vídeo (em inglês) que você pode acessar através deste link e conferir alguns dos lustres criados pela artista na galeria abaixo.
Galeria de Imagens