quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

  pedal mossoro

*AGENDA PARA DIA 03/01/2013* * * *LOCAL DE ENCONTRO:* PRAÇA DO ROTARY *HORÁRIO DE SAÍDA: *ÀS 19:15 ( EM PONTO) *DESTINO: *TRILHA DO BERALDO FAZENDO AO CONTRÁRIO INDO PELO SHOPPING E PEGAMOS A TRILHA DA GALINHA. *DISTÂNCIA: *18KM *NÍVEL:* INTERMEDIÁRIO E ALTO ***LEVAR CAMARA DE AR PESSOAL NÃO ESQUECER, KIT REMENDO, CAPACETE SEM FALTA PELO AMOR DE DEUS , POIS CASO ACONTEÇA ALGUMA COISA VOCÊS NÃO BATAM COM A CABEÇA NO CHÃO E ACONTEÇA O PIOR E FAROIS POIS TEM MUITOS GALHOS NA ALTURA DO ROSTO SE POSSIVEL LEVAR TAMBÉM ÓCULOS PARA SE PROTEGER.*

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Holux, a nova opção de GPS para ciclistas

 Marca chega ao Brasil com cinco aparelhos

         
Cada vez mais utilizados por praticantes de atividades outdoor, os aparelhos de GPS ganham espaço entre ciclistas. Além de ajudar na navegação, esses aparelhos possuem uma vasta coleção de recursos para monitorar a pedalada e os treinos.
De olho nesse mercado, mais uma marca chega ao Brasil. Desde junho de 2012, a taiwanesa Holux está no mercado brasileiro com cinco modelos voltados para o público apaixonado por bicicletas. No Brasil, a marca é importada e representada pela Tirante A Adventure Instruments, empresa criada por Renato Pisani, engenheiro eletrônico e piloto apaixonado por voo livre em parapente que viu no mercado de bicicletas uma oportunidade de expansão para os negócios.
“O diferencial de nosso produto é a grande quantidade de recursos e a tela touchscreen de 3 polegadas com 240×400 pixels que pode ser facilmente visualizada em qualquer condição de luz. Outra característica é que nosso chip é de altíssima sensibilidade e o ciclista pode montar seus próprios mapas e importar para o aparelho”, explica Pisani.
O modelo básico é o GPS Sport 245 que tem display em LCD com 4 tons de cinza e resolução de 128×128 pixels e é vendido por R$ 299. Já o GPS Sport 260 e GPS 260 Pro, que opcionalmente pode marcar batimentos cardíacos, são comercializados por R$ 512 e R$ 647 respectivamente.
Painel de avião
O destaque da marca, entretanto, fica por conta do Holux Fun Trek 130 Pro, que traz recursos tão completos que transforma o cockpit de uma bicicleta num verdadeiro “painel de avião”. Feito de plástico resistente com detalhes emborrachados, de bom acabamento e resistente a choques e a água de acordo com o protocolo IPX6, o aparelho pesa 124 gramas e mede 58x105x23mm, ou seja, do tamanho de um celular normal.
A lista de recursos é imensa e literalmente “estudar” o manual é uma condição obrigatória para se tirar proveito de toda a tecnologia embarcada no aparelho. Entre as muitas funções destaca-se o barômetro de alta precisão, geocaching (caça ao tesouro), bússola eletrônica em 3D, além das ferramentas EZ Planner e EZ Tour Planner que auxiliam na tarefa de transferir os tracks para mapas e planejar as pedaladas e também importar mapas para dentro do aparelho.
“O Holux aceita qualquer mapa digital ou mesmo em papel, pode até ser uma imagem escaneada em PDF”, explica o engenheiro.
Tocando na tela resistiva (que pode ser acionada mesmo com luva), o ciclista tem acesso a todos os recursos e pode também configurar as informações que deseja que sejam exibidas, como velocidade, distância, tempo, altitude, redução de carbono, calorias, alarme, cronômetro, calculadora, calendário e até dicas de saúde e de primeiros socorros.
Todos esses recursos podem ainda ser incrementados com acessórios wifi opcionais para ciclistas, como marcador de cadência e de velocidade (que exigem a instalação de sensores no pedivela e na roda traseira respectivamente), e marcador de frequência cardíaca por meio de uma fita peitoral. Mas para que instalar sensores de velocidade num equipamento de GPS? Segundo Pisani, essa facilidade é interessante quando se está em área de sombra (debaixo de árvores densas, por exemplo), assim, os dados coletados pelo sensor da bicicleta funciona na prática como uma opção de backup, já que o aparelho já faz essa medição com muita precisão e eficiência.
O Holux Fun Trek 130 Pro recebe o sinal do satélite por meio de um chip de alta sensibilidade. O aparelho roda o sistema operacional Win CE 5.0 da Microsoft, característica que permite a instalação de qualquer aplicativo que rode no Windows, como aplicativos de mapas para navegação rodoviária como o iGo.
A memória interna é do tipo flash com 2GB e é expansível para até 32GB com a utilização de um cartão micro-SD. A bateria de lítio de 1050mAh é recarregável, com duração de até 12 horas em standby.
O aparelho vem com um kit que traz bolsa de neoprene para transporte, CD de instalação, carregador de bateria com entrada USB e o cabo USB. O preço do modelo é de R$ 1.145 e a garantia é de um ano. A empresa procura novos distribuidores para fechar parcerias em todas as regiões do Brasil.
SERVIÇO
Tirante A – Adventure Instruments
Importadora dos produtos Holux para o Brasil
www.tirantea.com.br
pisani@tirantea.com.br
Telefone (12) 3033-4422

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

AGENDA PARA HOJE (ÚLTIMO PEDAL DO ANO) 27.12.12





LOCAL DE ENCONTRO: PRAÇA DO ROTARY

HORÁRIO DE SAÍDA: ÀS 19:15 EM PONTO

DESTINO: TRILHA INDO PELO SHOPPING , VAMOS PEGAR O CORREDOR DE AREIA, SAINDO NA POSTIAÇÃO, PEGA A DIREITA INDO EM DIREÇÃO AS 4 BOCAS, PEGANDO A TRILHA DO RISO, SAINDO AO LADO DA BARRACA DAS FRUTAS, COMEMOS FRUTAS VOLTAMOS POR ASFALTO... ***NÃO TEMOS HORÁRIO PARA CHEGAR AVISEM EM CASA***
LEVAR FAROIS COMO SEM FALTA , CAMARA DE AR , KIT REMENDO, CAPACETE E MUITA ÁGUA.
NÍVEL: INTERMEDIÁRIO E ALTO

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nissan retira apoio da equipe RadioShack após temporada polêmica

Fabricante japonesa deixa de patrocinar equipe e justifica ao apontar casos de doping


Nissan anuncia que deixa de patrocinar a RadioShack já em 2013
A Nissan confirmou nesta sexta-feira (21 de dezembro) que não vai mais patrocinar a equipe de ciclismo RadioShack. David Reuter, vice-presidente de comunicações corporativas da Nissan Americas, informou, em comunicado, que a retirada do apoio é “imediata”.
A fabricante japonesa do setor automotivo havia renovado seu patrocínio até o final da temporada de 2013, mas as sucessivas polêmicas envolvendo a equipe, principalmente nas investigações da Agência Antidoping dos EUA (Usada, na sigla em inglês), levaram a empresa a repensar seus planos.
Nesse ano, a RadioShack perdeu o chefe de equipe Johan Bruyneel, ligado ao Caso Lance Armstrong, que deixou o cargo no auge do escândalo. Meses antes, um dos principais nomes da equipe, o ciclista Frank Schleck foi pego em teste de doping no Tour de France.
A Nissan segue os passos no banco holandês Rabobank, que financiou uma equipe profissional desde 1996 mas, após o Caso Lance, tirou seu nome de cena.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Descubra a regulagem ideal

Saiba como colocar sua bike na posição ideal para uma boa pedalada

        O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados.
Não é raro encontrarmos ciclistas de 1,90m pedalando bicicletas que foram projetadas para serem usadas por ciclistas de 1,60m. Ahhh então bicicleta não é tudo a mesma coisa? Claro que não! Bike tem números e tamanhos, sim!
A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Altura do selim
Após encontrar o tamanho ideal de quadro, o próximo passo é regular a altura do selim.
O ciclismo é um esporte onde as pernas do atleta fazem o maior trabalho, por esse motivo a medida mais importante de uma bicicleta para o ciclista é a altura do selim.
Um selim muito baixo faz com que o ciclista trabalhe com as pernas encurtadas, que além de não produzirem a força necessária ainda vão sobrecarregar ligamentos, músculos, tendões e cartilagens. Da mesma forma, um selim excessivamente alto faz com que a pedalada não seja 100% eficiente e pode provocar lesões com o passar do tempo.
O ajuste fino da altura de selim é algo bem particular. O que é ideal para uns, pode ser desconfortável para outros.
O técnico de ciclismo francês Cyrille Guimard desenvolveu a seguinte fórmula: altura do cavalo x 0,883, medida em linha reta do centro do eixo do movimento central até a parte alta do centro do selim.

Obs.: Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
Entretanto, é bem válida a regra que diz que a altura do selim deve ser determinada com o ciclista sentado no selim com os calcanhares apoiados na parte traseira do pedal, a perna deve ficar quase totalmente estendida. Este “quase” é a parte subjetiva do ajuste e cada ciclista deve achar seu ponto ideal na regulagem da altura do selim. Fórmulas podem falhar, suas impressões não!
Em bikes full suspension (com amortecedor também na traseira) a altura do selim deve levar em consideração o fato de que ao sentar-se na bike, a suspensão afunda devido ao peso do piloto. Nesse caso, compense esse afundamento elevando a altura do selim. Em geral algo entre 1 e 2,5 cm, de acordo com o peso do ciclista.
Dicas:
  • A altura do selim pode variar entre o início e o final da temporada em 1 cm ou mais, dependendo da amplitude de trabalho dos músculos;
  • Aumente ou abaixe seu selim de meio em meio centímetro até encontrar a altura ideal, se necessário rode um pouco com a bike;
  • Após encontrar sua altura ideal (e testar por muitos quilômetros), faça uma marca no canote para facilitar o ajuste após revisões, transportes da bike etc;
  • No inverno, com bermudas ou calças mais grossas, desça um pouco a altura do selim;
  • Conforto é fundamental! Encontre a altura que melhor proporcione conforto sem comprometer sua performance e que não cause lesões.
Regulagem do taquinho
Se você usa pedais plataforma – aqueles normais -, desconsidere este tópico.
Após encontrada a altura ideal do selim, o próximo passo é fixar o taquinho nas sapatilhas. A posição mais usual de fixação é aquela que faz a pedalada ser paralela à bicicleta. Alguns ciclistas preferem a posição dos pés levemente abertos para fora ou, ainda, levemente fechados para dentro. O importante é que os taquinhos fiquem fixados no centro da “bola do pé”, para garantir mais apoio na pedalada. Novamente cada ciclista deve achar a posição que lhe confere maior conforto.
Importante: A posição inadequada do taquinho pode gerar dores nos joelhos e na panturrilha. Na dúvida consulte um ciclista ou mecânico experiente para ajudar no ajuste.
Posição do selim
Ciclistas profissionais, em sua maioria, deixam o selim nivelado paralelo ao solo. Alguns preferem a ponta do selim levemente apontando para baixo.
O selim é fixo em dois trilhos e pode ser regulado mais para frente ou para trás. Alguns selins dispõe de uma escala graduada para facilitar este ajuste.
Existe uma técnica especial para se encontrar o ponto ideal do selim: com um prumo de pedreiro (ou mesmo um prumo improvisado com um peso amarrado a uma linha) e os pés encaixados nos pedais – que devem estar paralelos ao solo – posicione a linha junto à rótula (patela). Se a linha passar junto ao eixo do pedal a posição está correta. Se ela passar até meio centímetro para trás ou para frente do eixo do pedal, considere que está ok. Diferenças maiores que um centímetro devem ser corrigidas movendo-se o selim.
Atenção: Após regulada a posição do selim, verifique novamente se a altura do selim ainda está correta para você.
Comprimento da mesa
Não há regras fixas nem fórmulas mágicas para se determinar o tamanho correto da mesa. Há algumas dicas para saber se o comprimento da mesa está adequado ao ciclista:
Nas bikes de speed, com as mãos na parte alta do guidão – na maçaneta dos freios – o ciclista pedalando confortavelmente terá o cubo dianteiro encoberto pelo tubo do guidão.
Com as mãos na parte baixa do guidão – em posição aerodinâmica – os joelhos e cotovelos chegam tocarem-se de leve na passagem das pernas pelo ponto morto superior da pedalada.
O comprimento da mesa é responsável pelo conforto dos braços e da parte superior do corpo do atleta. Uma mesa muito curta vai ocasionar dores nos ombros, uma mesa muito longa vai produzir dores nos braços e formigamento nas mãos. O mercado oferece medidas de mesa que variam entre 90 e 140mm. Substitua a sua caso ache necessário.

Altura da mesa
Varia de acordo com o gosto pessoal, o alongamento da musculatura das costas e o propósito da pedalada. Em geral ciclistas profissionais usam a mesa cerca de 2-3 polegadas mais baixas que a altura do selim.
Para mais conforto use a mesa mais alta e para mais aerodinâmica abaixe a mesa. Faça testes e veja a altura que melhor se adapta a você.
Mesas mais antigas, com parafusos expander podem ter sua altura alterada facilmente.
Largura do guidão
Guidões são fabricados em tamanhos que variam de 38 a 42 cm de largura. Eles devem corresponder a mais ou menos a largura de seus ombros, ou até mesmo um pouco mais largos para o ciclista respirar melhor e ter mais conforto.
Manetes
O principal na hora de ajustar a posição dos manetes é garantir um bom acionamento dos freios. Em uma mountain bike, em geral, o manete ficará posicionado de maneira a seguir o mesmo ângulo dos braços do ciclista.
Nas bikes de ciclismo, a parte baixa do guidão deve estar bem paralela ao solo e as alavancas de freio ficam posicionadas no meio da curva do guidão.
Tamanho do pedivela
Existem diferentes comprimentos de pedivelas no mercado. Quanto mais longo o braço do pedivela mais potência ele produz, em contrapartida, fica mais difícil manter altos giros de pedalada.
Alguns técnicos recomendam as seguintes medidas:
  • Cavalo de até 73,6 cm – pedivela 165 mm
  • Cavalo entre 73,6 e 81 cm – pedivela 170 mm
  • Cavalo entre 81 e 86,3 cm – pedivela 172,5 mm
  • Cavalo com mais de 86,3 cm – pedivela 175 mm
A perfeita regulagem de sua bicicleta é a garantia que você não terá dores durante a pedalada e que você vai aproveitar ao máximo a energia gasta no exercício. Na dúvida consulte um especialista em bike fit.

A escolha certa do selim

Na hora de escolher o modelo, a primeira coisa é pensar se ele atende as nossas necessidades.

       
Por Igor Laguens – igorlaguens@hotmail.com
Fotos de divulgação
Qual o selim eu devo comprar? Qual o ideal para mim? Estas são perguntas que muitas pessoas se fazem.
Em primeiro lugar esta é uma escolha que vai além do gosto pessoal. Escolher um selim não pode ser somente por beleza ou peso. Nem sempre devemos pensar o quanto ele pesa, mas sim se ele atende as nossas necessidades. Claro que um selim leve e fino, somente de carbono, pode ser mais adequado do que um com mais de 5 cm de espuma, desde que ele atinja o objetivo e expectativa de quem o usará.
Vou dar algumas dicas e detalhes técnicos importantes nessa importante escolha.
Modalidade
Primeiro defina qual a modalidade: mountain bike, estrada, triathlon, cicloturismo, passeio etc. Cada uma dessas modalidades possuem necessidades específicas.
As bicicletas de mountain bike (Marathon) devem ter um selim confortável, com uma boa base de apoio onde devem se apoiar os ísquios (leia abaixo), afinal pedalar por mais de 30-40km com um selim pode ajudar com o conforto assim como a suspensão faz muita diferença na trilha.
Já para as bikes de cross country nem sempre precisam ter um selim superconfortável, mas um que permita uma boa mobilidade das pernas e facilite a operação de montar e desmontar da bike. Afinal, numa prova de cross country, pedala-se tanto em pé quanto sentado.
Nas bikes de estrada, as speed, o selim pode ser um pouco mais estreito do que os de mountain bikes, uma vez que a cadência (rpm) das pernas é bem maior que nas mountain bikes, o que evita o atrito exagerado com a face interior das coxas. Outro aspecto, é que nas estradeiras, pedala-se quase que 100% do tempo no selim.
Algumas marcas oferecem selim com quase 300 mm de comprimento permitindo que o ciclista deslize para trás aumentando a amplitude de movimento e fazendo mais força no selim. Pode-se ainda variar a posição, trabalhando os músculos de maneira diferente.
As bikes de triathlon, devido à posição mais agressiva e ao tubo de selim com ângulo perto dos 80 graus, ou seja, mais perto do guidão, levam o ciclista a pedalar mais na ponta do selim, sendo assim o apoio, que neste caso é maior no períneo do que nos ísquios, faz com que os selins de triathlon tenham um amortecimento maior na ponteira.
Já as bikes de cicloviagem (cicloturismo) e passeio priorizam mais o lado do conforto, uma vez que os praticantes se interessam em percorrer grandes distâncias sem necessidade de muita velocidade por exemplo.
Sendo assim esta linha de selins deve ter mais material de apoio como espuma ou gel, ou ate a presença de molas ou elastômeros na sua base permitindo um maior conforto.
Flexibilidade:
Em todas as linhas de selins, esta é uma relação a ser lembrada: quando maior a flexibilade
mais o ciclista consegue movimentar-se no selim.
Algumas marcas – como os italianos Fizik – classificam seus modelos com um interessante sistema de nomenclatura de animais, por exemplo: Cobra (muita flexibilidade), Camaleão (pouca flexibilidade) e Touro (flexibilidade reduzida).
Homens e Mulheres
São diferentes em tudo. Não poderia ser diferente com a escolha dos selins. Nesse caso, devemos seguir a anatomia humana, em que as mulheres possuem uma distância entre os
ísquios (tuberosidades ósseas) maior devido à bacia ginecóide, para permitir a dilatação no momento de dar a luz. Sendo assim, o público feminino precisa de um selim com uma base maior e mais curta.
Já nos homens, esta distância entre os ísquios é menor e a região do períneo maior. Assim, o selim pode ser mais longo.
Desta maneira temos selins com medidas que variam de 250 a 300mm de comprimento e larguras que variam de 125mm a 170mm.
Muitas vezes olhamos uma pessoa super magra e temos a impressão que ela poderia usar um selim mais estreito, mas devemos saber se a distância entre ísquios é proporcional ou não.
Como medir esta distância?
Através de uma plataforma de espuma com uma marcação métrica onde pode-se sentar aguardar alguns segundos e ao sair verificar onde estão as marcas (depressões na espuma) evidenciadas pelos ísquios (método não tão fiel), com um Raio X podemos medir esta distância, ou então pelo método prático, sentando no selim e realmente sentir se o selim esta apoiado corretamente ou não.
Selim vazado – sim ou não?
Mais uma vez falamos em individualidade e algumas marcas fazem o selim seguindo estudos médicos, enquanto que outras somente fazem uma parte vazada e saem vendendo, por isso cuidado, pois cada um tem uma anatomia e pode ser que esta parte vazada comprima ainda mais a região do períneo em vez de aliviar a tensão. Por isso um selim de plataforma lisa pode ser menos arriscado na hora da escolha.
A importância da altura correta
Você pode ter o melhor selim e este ser o mais adequado às suas proporções anatômicas, objetivos e modalidade, mas se ele estiver alto demais você irá mexer demasiadamente sobre o selim e gerar um desconforto gigante na região dos ísquios. Já um selim baixo gera uma tensão muito grande no períneo, que pode incomodar demais e causar formigamento.
A altura influencia exatamente no encaixe e posicionamento dos ísquios na base mais ampla do selim, sem falar na posição correta das pernas durante a pedalada evitando dores no joelho e aumentando a potencia sobre os pedais.
É comprovado através de estudos de eletromiografia que um bom posicionamento do selim pode aumentar em até 30% de performance nos pedais.
Formigamento no períneo
Muitas vezes numa prova de mountain bike após trechos e trechos e de pedras eou muita irregularidade pode haver uma maior sensibilidade no períneo devido à trepidação, algo parecido com formigamento e que acontece também com ciclistas de estrada em trechos de
subida, pois acabam pedalando com mais força causando maior pressão.
Sim, isso é mais normal do que se imagina, mas se após uma mudança no posicionamento ou uma levantada do selim isto já melhora, você não deve se preocupar, mas se após o pedal esta sensibilidade ainda permanece, procure um bike fitter e, se persistir os sintomas, procure um médico.
O selim deve estar sempre nivelado, paralelo ao solo na horizontal. Selins bons na maioria das vezes exigem um maior gasto financeiro. Selim é uma coisa pessoal, não é porque seu amigo se deu bem com um que você também vai, por isso se a loja em que você leva sua bike deixa você testar o selim, é bem legal.
Trocou o selim? Ajuste novamente a altura total do seu selim em relação ao eixo do pedivela.
Nem sempre o mais leve é o melhor, o conforto vale mais na performance do que o próprio peso total da bike.
Estas são as principais dicas para um início do casamento ideal com sua bike, pois é no selim que passamos a maior parte do nosso tempo enquanto pedalamos.

sábado, 15 de dezembro de 2012

AGENDA PARA SABADO 15/12/2012

LOCAL DE ENCONTRO: PRAÇA DO ROTARY
HORÁRIO DE SAÍDA: 15:00 (EM PONTO)
DESTINO: Trilha do Beraldo junto com a trilha da mutuca. (A mesma que o pessoal limparam ontem dia 13/12/2012
DISTÂNCIA: 25KM (IDA E VOLTA)
NÍVEL: INCIANTE - INTERMEDIÁRIO - ALTO


LEVAR CAMARA DE AR SEM FALTA, KIT REMENDO, CAPACETE, LUVAS E FAROIS
NÃO FICAREMOS RESPONSÁVEL CASO O CICLISTA NÃO ESTIVER ESQUIPADO DEVIDAMENTE

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Henrique Avancini conta como é pedalar a nova Caloi Elite Carbon 29er

Por seu custo-benefício atraente, baixo peso e ótima configuração de componentes, bike tem chamado a atenção

       
Henrique Avancini fala sobre a Caloi Elite Carbon 29er
Henrique Avancini, da Caloi, está pedalando a nova Elite Carbon 29er, que foi sensação da feira Brasil Cycle Fair. Por seu custo-benefício atraente, baixo peso e ótima configuração de componentes, a bike tem chamado a atenção.
A convite do Bikemagazine, Avancini descreveu a bicicleta e a personalização.
“A Caloi Elite Carbon 29er foi idealizada pensando no consumidor brasileiro. Ou seja, na estatura, no relevo, no perfil das competições e principalmente no poder aquisitivo do mercado brasileiro.
Em síntese, o projeto foi elaborado para que o produto final fosse uma bike com características muito atraentes e a um preço imbatível.
Ao contrário do que alguns pensam, o desenvolvimento da bicicleta foi muito longo. Sendo testado em laboratórios primeiro, e depois nos testes de campo, onde participei em treinamentos e competições para não só testar o material, mas também corrigir qualquer falha na configuração da Elite Carbon.
A Caloi equipou a bike com grupo SRAM X.0, que é leve, eficaz na parte de transmissão, principalmente pelo novo câmbio traseiro Type 2 . E possui os novos freios Avid X.0 2013, já com a nova plataforma, muito mais eficaz e potente do que a versão antiga do mesmo modelo.
A suspensão é a Rock Shox SID XX, com 100 mm e trava hidráulica na guidão, com espiga Tapered (cônica).

O quadro foi pensado de maneira que fosse confiável, rígido e funcional. Mesmo assim, o peso é atraente (cerca de 1,1kg). A entrada de freio é post-mount, head tube tapered, que faz uma grande diferença na pilotagem, além do cabeamento ser todo interno com guias,o que melhora não só a estética do quadro, mas também preserva o bom funcionamento das transmissões e freios e preserva o quadro, o que melhora ainda mais o visual da bicicleta que já tem um belo grafismo.
A Caloi Elite Carbon ainda vem equipada com pneus Continental Race King 2.2 de Kevlar, que são rápidos e acredito que sejam a melhor e mais abrangente opção, para o solo brasileiro.
As rodas são compostas por cubos SRAM X.9, raios de inox e aros de parede dupla. O escolha das rodas foi feita para oferecer uma roda mais rígida, já que na 29′ os raios são mais longos e uma roda mais frágil compromete muito o rendimento.
O selim é Fizik Tundra 2. Os componentes da conceituada Crank Brothers, como mesa, canote, guidão e manoplas modelo Cobalt 1, além dos pedais Egg Beater Candy da mesma marca.
O preço para o consumidor final sugerido pela Caloi é de R$ 7.999,00.
Personalização
Troquei os freios X.0 pelo XX. Os X.0 modelos de 2012 não estavam no nível da bike. E isso foi corrigido para a bike que chega no consumidor final, que terá o novo modelo X.0.
Fiz também uma alteração no selim, onde mantive o mesmo modelo – Fizik Tundra 2 –, mas com o trilho de carbono. Além disso, alterei o canote por um sem off-set. O modelo vem equipado com canote off-set, pois se encaixa melhor no perfil do consumidor da Elite Carbon. Também utilizo outras rodas em competições e alterei os parafusos de alguns componentes para parafusos de titânio, apenas para diminuir o peso.”

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Bicicleta tomada de assalto é recuperada pela VTR 1224

Policiais da VTR 1224 composta pela Dupla Competente SDs Luzenberg e Rosenberg recuperaram por volta das 16 horas desta quinta feira 29 de novembro de 2012,uma Bicicleta Montain Bike,avaliada em 2 mil reais,que havia sido tomada de assalto próximo ao Viaduto do Alto São Manoel.
Os Policiais estavam em pratulhamento no Alto da pelonha quando avistaram a bicicleta que estava próximo ao uma lan House naquele bairro.
Os policiais reconheceram a bicicleta,pois os mesmos tinham visto a divulgação do roubo da mesma aqui no Câmera 2.
O elemento que estava com a montain Bike,ao avistar a polícia evadiu-se do local.
A Bicicleta foi levada para a DEFUR onde depois dos procedimentos foi entregue ao seu legítimo dono