sábado, 12 de janeiro de 2013

Piocerá 2013: Prova de bike deverá ser a mais técnica de todas as edições



  
  



Está cada vez mais perto da 26ª edição do maior rally de regularidade da América Latina, o Piocerá 2013, e mais uma modalidade já está com seu percurso levantado e tinindo para deixar qualquer atleta, literalmente, sem fôlego. Trata-se da prova de bike, que este ano será o que podemos chamar de Mountain Bike, pois a prova será quase toda em cimas das montanhas, mas com a diferença de que se trata de uma rally. A equipe chefiada pelo diretor de prova Zenardo Maia  auxiliado pelos comissários Marcio Braz e Alberto Luiz e apoio técnico de João C.S Maia a equipe partiu em busca das trilhas radicais do rali. 

A primeira etapa acontecerá entre Teresina/PI e Campo Maior/PI, serão 110 km no total e uma especial (trecho cronometrado) de 98km. A etapa começa com um trecho de médias altas entre Teresina e Altos/PI, a trilha tem um tipo de solo  firme  e sem trechos de areia. No segundo trecho da prova, entre Altos e Campo Maior, a trilha fica mais técnica exigindo do atleta mais atenção na navegação e habilidade em trilhas mais acidentadas, o grande momento do dia será, sem dúvida, a passagem pelo  “Vale dos Dinossauros”, região próxima de Campo Maior que vai exigir mais dos atletas por ser uma região inóspita e de muita navegação. A distância da etapa aliada ao sol forte  faz desse dia uma etapa dura, sendo a mais quente de todas. “Como se diz por aqui, “a primeira etapa separa os homens dos meninos” daí para frente é dosar o pedal”, brinca Zenardo.  Ao terminar a etapa os atletas e suas equipes seguem em deslocamento por 230km até a cidade de pernoite em Ubajara/CE. Na mesma noite em Ubajara acontecerá o briefing para a 2ª etapa.

A segunda etapa, em Ubajara/CE será a mais veloz de todas, o terreno firme e sem trechos de areia, nem trechos acidentados e clima mais ameno vai dar a chance dos atletas “socar a bota”, como se diz na gíria popular. A região de Ubajara está localizada na Serra da Ibiapaba a uma altitude media de 850m. Um circuito de 80 km com largada e chegada no mesmo local foi preparada pela equipe. “Cruzaremos inúmeras propriedades rurais todas elas muito produtivas, a região é um celeiro de frutas, legumes e cereais”, conta o diretor de prova. A serra da Ibiapaba é a maior APA (Área de Proteção Ambiental) do Nordeste brasileiro e abriga o Parque Nacional de Ubajara, uma visita imperdível. Ao finalizar a 2ª etapa os atletas e suas equipes seguem em deslocamento por 350 km até a cidade de pernoite, Guaramiranga/CE. 

A terceira etapa deve ser a que exigirá mais técnica dos atletas. Encravada no meio do Maciço do Baturité, uma cadeia de montanhas que abriga várias cidades próximas uma das outras, a cidade de Guaramiranga é um encanto, cidade de clima ameno cercada de muito verde e um povo muito hospitaleiro. “A etapa se dará em forma de circuito assim como em Ubajara, mas com uma grande diferença, em Guaramiranga será uma escalada após a outra, ou seja, a mais difícil e mais técnica de todas as etapas, os desníveis são grandes e as subidas muito íngremes”, afirma Zenardo Maia. A região é repleta de serras e um visual que impressiona. O circuito em Guaramiranga terá 55 km, passando por muitas fazendas e pequenos povoados, entre elas a Fazenda São Luis, que possui  um cassarão em sua sede de 216 anos. Ao finalizar a 3ª etapa os atletas e suas equipes pernoitam mais uma vez na cidade.  A largada para 4ª etapa acontece a 7 km de Guaramiranga na cidade de Pacotí/CE.

Na última etapa os bikers não terão refresco, pois esta será a mais longa de todas, com 115 km até a chegada em Fortaleza.  Os primeiros 30 km serão descendendo a Serra do Baturité. Nesse trecho, Zenardo pede atenção, pois a velocidade na decida pode ultrapassar os 80 km por hora, considerando que os atletas estarão em cima de uma bike, essa velocidade pode ser perigosa. Ao fim da decida começa o trecho de sertão, mais uma vez as temperaturas se tornam altas exigindo do atleta uma boa hidratação. Uma boa dose de estratégia vai ajudar os atletas a chegarem em Fortaleza. “A competição desse ano está mais completa, pois mostra diferentes tipos de regiões, clima e  terrenos bem variados. Só lembrando o Piocerá é um Rally de Bike com regras próprias para a modalidade. É também o único Rally Off-Road do mundo a permitir o uso de bicicletas como veículos de competição. Uma coisa é certa, uma pessoa que pedala quase 400 km enfrentando sol, chuva, ventos, subidas, descidas, serras , riachos, calçamento, asfalto e muita trilha, uma pessoa assim eu só tenho um nome para dar: campeão”, completa Zenardo Maia.

As inscrições para todas as modalidades estão abertas no site: www.cerapio.com.br/piocera2013. Patrocínio: Ipiranga e Governo do Ceará; Co-patrocínio: TAC Motors e Governo do Piauí; Apoio: Houston Bike; Parceria especial: TV Clube, emissora afiliada a Rede Globo, Revista da Moto, Revista Speedway; Supervisão: Federações de Motociclismo do Piauí e Ceará- FMP/FCA e Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM, Federação Cearense de Automobilismo – FCA, Confederação Brasileira de Automobilismo - CBA e Federações de Ciclismo do Piauí e Ceará- FCiclopi e FCC, filiadas a Confederação Brasileira de Ciclismo- CBC; Realização - Radical Produções; Agencia de turismo: Lystur; Colaboração: PagContas.



Resumo

1ª Etapa: A etapa mais quente de todas. 110 km

2ª etapa: A etapa  mais veloz de todas. 80 km

3ª Etapa: A etapa mais técnica de todas. 55 km

4ª Etapa:  A etapa mais longa de todas. 115 km

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Confira como instalar o taquinho

Aprenda maneira certa de fixá-lo na sapatilha
Os modernos pedais de encaixe das bicicletas nasceram são derivados dos encaixes utilizados em esquis de neve e são excelentes para quem gosta de tirar o máximo proveito de sua pedalada. No caso de ciclistas de competição, esse acessório é indispensável. O uso de pedais de encaixe pode melhorar o aproveitamento da pedalada em até 30%, já que o ciclista usa o pé para puxar o pedal para cima.
O taquinho (também chamado de tacos ou taquilhos), parte de metal que fica preso na sapatilha e se encaixa no pedal, é fácil de ser fixado mas exige alguns cuidados e há alguns macetes que devem ser seguidos.
Taquinho é fixado no rumo da “bola do pé”
Quando mal posicionados ou instalados de forma incorreta, os taquinhos ocasionar dores em partes como joelhos e panturrilhas.
O componente pode ser facilmente encontrado nas boas bike shops e os preços variam de acordo com a marca.
FAÇA VOCÊ MESMO:
Você vai precisar de:
  • Marque na sola a posiçäo da “bola do pé”
    Chave allen 4 mm (3mm dependendo do modelo do pedal);
  • Régua;
  • Lápis;
  • Fita crepe.
Veja abaixo como instalar ou substituir o taquinho em sua sapatilha:
  • Com os pés descalços encontre o osso da “bola do pé”;
  • Com uma régua, encontre o centro da sapatilha e marque com lápis na fita
    Vista uma meia, calce a sapatilha e apalpe por fora até encontrar o osso da bola do pé;
  • Marque com lápis na sapatilha a posição encontrada. Se não quiser riscar na sapatilha utilize uma fita adesiva e marque sobre ela;
  • Com uma régua, encontre o centro da sapatilha no sentido longitudinal (ponta dos dedos até o calcanhar). A idéia é fixar o taquinho bem no centro dessa linha, e deixando o taquinho centralizado em relação à marca feita da bola do pé;
  • O taquinho deve ficar centralizado
    Em seguida coloque a chapinha, o taquinho, e os parafusos allen (com um pouquinho de graxa). Posicione o taquinho bem no meio do cruzamento das linhas da bola do pé e da posiçao longitudinal; Observação: O ajuste final será realizado posteriormente. Em geral o taquinho deve ficar alguns milímetros para trás da “linha da bola do pé”. Para pés de números acima de 43 poderá ser necessário colocar o taquinho no máximo de recuo.
  • Aperte bem os parafusos allen e encaixe a sapatilha no pedal da bike para verificar se a posição está perfeita;
A sapatilha deve ficar paralela à bike quando encaixada
A sapatilha tem que ficar bem paralela ao quadro da bike. Pedale para trás várias vezes e observe se a sapatilha não vai tocar no quadro e no pedivela em nenhum momento da pedalada. Se isso ocorrer, será necessário soltar os allen e fazer a correção necessária. Quando fizer esta verificação, mexa um pouco a sapatilha para os lados (os sistemas de fixação atuais têm uma flutuação entre 5 – 12º) para checar se a sapatilha não toca em nenhum ponto.
Os procedimentos acima são também válidos para pedais usados em bikes de ciclismo
DICAS
  • Ciclistas iniciantes devem usar a regulagem de pressão do pedal no mínimo, para evitar quedas
  • Coloque uma gotinha de óleo no pedal, nas garras que prendem o taquinho, para facilitar o encaixe e desencaixe do pé
  • Substitua os taquinhos quando eles apresentarem sinais visíveis de desgaste e quando estiverem escapando do encaixe. O desgaste pode também ser verificado manualmente mexendo a sapatilha encaixada no pedal. Se houver folga e não for retirada aumentando-se a pressão da mola, é sinal que deve ser substituído
  • Dores na panturrilha podem ser sinal que o taquinho está muito para frente ou para trás. Dores na lateral do joelho podem ser sinal que o taquinho está virado muito para dentro ou para fora. Na dúvida peça ajuda a um mecânico experiente

XCO DO BOM JESUS


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Adaptrac permite calibrar os pneus com a bike em movimento

Equipamento tipo “Rodoar” calibra até 175 libras PSI

Que tal calibrar os pneus com a bike em movimento? O Adaptrac, invenção ainda em fase de desenvolvimento do inventor norte-americano Paul Skilbeck, permite que o ciclista calibre (encha ou esvazie) ambos pneus com até 175 libras PSI por meio de um comando instalado no guidão.

O sistema funciona com um cilindro de ar comprimido que vai fixado no downtube. O ar sai do reservatório, passam por um sistema de controle e chegam às rodas por mangueiras que entram por uma junta rotativa instalada junto ao cubo das rodas. O sistema é muito semelhante ao que já existe para os veículos pesados conhecido como “Rodoar”. A pressão é monitorada por manômetros.

O peso do sistema completo é de aproximadamente um quilo com um reservatório de 266ml.

sábado, 5 de janeiro de 2013

AGENDA PARA SABADO 05/01/2013

LOCAL DE ENCONTRO: POSTO MARANATA (POSTO QUE FICA NO CRUZAMENTO DO SANTA DELMIRA COM A RIO BRANCO(NA BR) )
DESTINO: APENAS DE IDA (MOSSORO-TIBAU POR TRILHA)
DISTÂNCIA:58KM
NIVEL: INICIANTE/INTERMEDIÁRIO E ALTO
**LEMBRANDO QUE FIZEMOS UMA TURMA APENAS PARA IR, POIS MUITOS FICARAM EM TIBAU, SE ALGUÉM FOR E VOLTAR COMBINE COM OUTRA TURMA VALEU PARA VOCÊS NÃO VOLTAREM SOZINHOS***
**LEVAR CAMEL BACK DE PREFERÊNCIA, POIS NÃO TEM AONDE PARAR ATÉ GROSSOS**

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Em Breve na Pedal Peças.

Holux, a nova opção de GPS para ciclistas

Marca chega ao Brasil com cinco aparelhos
       
Cada vez mais utilizados por praticantes de atividades outdoor, os aparelhos de GPS ganham espaço entre ciclistas. Além de ajudar na navegação, esses aparelhos possuem uma vasta coleção de recursos para monitorar a pedalada e os treinos.
De olho nesse mercado, mais uma marca chega ao Brasil. Desde junho de 2012, a taiwanesa Holux está no mercado brasileiro com cinco modelos voltados para o público apaixonado por bicicletas. No Brasil, a marca é importada e representada pela Tirante A Adventure Instruments, empresa criada por Renato Pisani, engenheiro eletrônico e piloto apaixonado por voo livre em parapente que viu no mercado de bicicletas uma oportunidade de expansão para os negócios.
“O diferencial de nosso produto é a grande quantidade de recursos e a tela touchscreen de 3 polegadas com 240×400 pixels que pode ser facilmente visualizada em qualquer condição de luz. Outra característica é que nosso chip é de altíssima sensibilidade e o ciclista pode montar seus próprios mapas e importar para o aparelho”, explica Pisani.
O modelo básico é o GPS Sport 245 que tem display em LCD com 4 tons de cinza e resolução de 128×128 pixels e é vendido por R$ 299. Já o GPS Sport 260 e GPS 260 Pro, que opcionalmente pode marcar batimentos cardíacos, são comercializados por R$ 512 e R$ 647 respectivamente.
Painel de avião
O destaque da marca, entretanto, fica por conta do Holux Fun Trek 130 Pro, que traz recursos tão completos que transforma o cockpit de uma bicicleta num verdadeiro “painel de avião”. Feito de plástico resistente com detalhes emborrachados, de bom acabamento e resistente a choques e a água de acordo com o protocolo IPX6, o aparelho pesa 124 gramas e mede 58x105x23mm, ou seja, do tamanho de um celular normal.
A lista de recursos é imensa e literalmente “estudar” o manual é uma condição obrigatória para se tirar proveito de toda a tecnologia embarcada no aparelho. Entre as muitas funções destaca-se o barômetro de alta precisão, geocaching (caça ao tesouro), bússola eletrônica em 3D, além das ferramentas EZ Planner e EZ Tour Planner que auxiliam na tarefa de transferir os tracks para mapas e planejar as pedaladas e também importar mapas para dentro do aparelho.
“O Holux aceita qualquer mapa digital ou mesmo em papel, pode até ser uma imagem escaneada em PDF”, explica o engenheiro.
Tocando na tela resistiva (que pode ser acionada mesmo com luva), o ciclista tem acesso a todos os recursos e pode também configurar as informações que deseja que sejam exibidas, como velocidade, distância, tempo, altitude, redução de carbono, calorias, alarme, cronômetro, calculadora, calendário e até dicas de saúde e de primeiros socorros.
Todos esses recursos podem ainda ser incrementados com acessórios wifi opcionais para ciclistas, como marcador de cadência e de velocidade (que exigem a instalação de sensores no pedivela e na roda traseira respectivamente), e marcador de frequência cardíaca por meio de uma fita peitoral. Mas para que instalar sensores de velocidade num equipamento de GPS? Segundo Pisani, essa facilidade é interessante quando se está em área de sombra (debaixo de árvores densas, por exemplo), assim, os dados coletados pelo sensor da bicicleta funciona na prática como uma opção de backup, já que o aparelho já faz essa medição com muita precisão e eficiência.
O Holux Fun Trek 130 Pro recebe o sinal do satélite por meio de um chip de alta sensibilidade. O aparelho roda o sistema operacional Win CE 5.0 da Microsoft, característica que permite a instalação de qualquer aplicativo que rode no Windows, como aplicativos de mapas para navegação rodoviária como o iGo.
A memória interna é do tipo flash com 2GB e é expansível para até 32GB com a utilização de um cartão micro-SD. A bateria de lítio de 1050mAh é recarregável, com duração de até 12 horas em standby.
O aparelho vem com um kit que traz bolsa de neoprene para transporte, CD de instalação, carregador de bateria com entrada USB e o cabo USB. O preço do modelo é de R$ 1.145 e a garantia é de um ano. A empresa procura novos distribuidores para fechar parcerias em todas as regiões do Brasil.
SERVIÇO
Tirante A – Adventure Instruments
Importadora dos produtos Holux para o Brasil
www.tirantea.com.br
pisani@tirantea.com.br
Telefone (12) 3033-4422

Limpeza a seco e sem sujeira: dicas para deixar a bike limpinha

As dicas para manter sua bike limpa

        Quem vive em apartamento e gosta de dar suas pedaladas vive um drama: como limpar a bike? Muitos edifícios não permitem que se use a garagem e o jardim para lavagem de automóveis e bicicletas.
As dicas abaixo servem para mountain bikes, speed e bikes de lazer.
Você vai precisar de:
  • Um spray de WD-40 ou similar;
  • Pedaços de pano de algodão (camiseta velha é o ideal);
  • Pincel de vários tamanhos;
  • Escova de dentes;
  • Querosene;
  • Papelão grande;Bacia plástica grande;
  • Cadarço velho de tênis;
COMO FAZER:

  • Coloque sua bike na área de serviço, ou em alguma área permitida pelo seu condomínio;
  • Cubra o chão com o papelão ou um pedaço de plástico grosso;
  • Comece sempre pela traseira da bike e siga em direção à frente da bike. Inicie pelas partes mais sujas, ou seja, pela corrente, coroa e pinhões;
  • Coloque a marcha na coroa maior e na catraca menor;
  • Com a escova de dentes molhada no querosene, limpe bem a corrente em toda a sua extensão;
  • Com o pincel levemente molhado na querosene limpe as coroas;
  • ATENÇÃO!: Nas catracas NÃO passe o querosene, pois ele pode penetrar no interior do cassette e dissolver a graxa. É melhor limpar com o WD-40;
  • Em seguida, para limpar o quadro, aplique o WD-40 diretamente na pintura e com um pano seco de algodão retire toda a sujeira. O efeito é imediato!
  • Aplique o WD-40 em todas as partes metálicas (cubos, rodas, câmbios, pedais) e com paciência, limpe com um pano o excesso. As partes pretas podem ser limpas dessa forma também;
  • Para limpar as catracas traseiras, o melhor é retirar a roda e limpá-las uma a uma com o WD-40 e um pano. Use um cadarço velho de tênis para facilitar o trabalho;
  • Caso os pneus estejam sujos (nas mountain bikes sempre estão sujos!) retire as rodas da bike e lave os pneus e as rodas no tanque de lavar roupa ou mesmo em uma bacia plástica de tamanho grande.
IMPORTANTE: Após a limpeza, você vai precisar enxaguar a corrente e as coroas com água. Se não conseguir uma mangueira em seu prédio você poderá levar sua bike até a rua, junto ao meio fio, e enxaguar com um balde. Outra idéia é ir a um posto de gasolina e pedir para usar rapidinho a mangueira d’água. Jogue bastante água para tirar os resíduos do querosene.
Feito tudo isso. Espere a corrente secar bem e lubrifique-a com óleo adequado.
No caso de você ter enfrentado uma trilha muito lamacenta com sua mountain bike, é imprescindível bater uma água antes. De novo, vale a dica de ir ao posto de gasolina e pedir para usar a mangueira.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

  pedal mossoro

*AGENDA PARA DIA 03/01/2013* * * *LOCAL DE ENCONTRO:* PRAÇA DO ROTARY *HORÁRIO DE SAÍDA: *ÀS 19:15 ( EM PONTO) *DESTINO: *TRILHA DO BERALDO FAZENDO AO CONTRÁRIO INDO PELO SHOPPING E PEGAMOS A TRILHA DA GALINHA. *DISTÂNCIA: *18KM *NÍVEL:* INTERMEDIÁRIO E ALTO ***LEVAR CAMARA DE AR PESSOAL NÃO ESQUECER, KIT REMENDO, CAPACETE SEM FALTA PELO AMOR DE DEUS , POIS CASO ACONTEÇA ALGUMA COISA VOCÊS NÃO BATAM COM A CABEÇA NO CHÃO E ACONTEÇA O PIOR E FAROIS POIS TEM MUITOS GALHOS NA ALTURA DO ROSTO SE POSSIVEL LEVAR TAMBÉM ÓCULOS PARA SE PROTEGER.*

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Holux, a nova opção de GPS para ciclistas

 Marca chega ao Brasil com cinco aparelhos

         
Cada vez mais utilizados por praticantes de atividades outdoor, os aparelhos de GPS ganham espaço entre ciclistas. Além de ajudar na navegação, esses aparelhos possuem uma vasta coleção de recursos para monitorar a pedalada e os treinos.
De olho nesse mercado, mais uma marca chega ao Brasil. Desde junho de 2012, a taiwanesa Holux está no mercado brasileiro com cinco modelos voltados para o público apaixonado por bicicletas. No Brasil, a marca é importada e representada pela Tirante A Adventure Instruments, empresa criada por Renato Pisani, engenheiro eletrônico e piloto apaixonado por voo livre em parapente que viu no mercado de bicicletas uma oportunidade de expansão para os negócios.
“O diferencial de nosso produto é a grande quantidade de recursos e a tela touchscreen de 3 polegadas com 240×400 pixels que pode ser facilmente visualizada em qualquer condição de luz. Outra característica é que nosso chip é de altíssima sensibilidade e o ciclista pode montar seus próprios mapas e importar para o aparelho”, explica Pisani.
O modelo básico é o GPS Sport 245 que tem display em LCD com 4 tons de cinza e resolução de 128×128 pixels e é vendido por R$ 299. Já o GPS Sport 260 e GPS 260 Pro, que opcionalmente pode marcar batimentos cardíacos, são comercializados por R$ 512 e R$ 647 respectivamente.
Painel de avião
O destaque da marca, entretanto, fica por conta do Holux Fun Trek 130 Pro, que traz recursos tão completos que transforma o cockpit de uma bicicleta num verdadeiro “painel de avião”. Feito de plástico resistente com detalhes emborrachados, de bom acabamento e resistente a choques e a água de acordo com o protocolo IPX6, o aparelho pesa 124 gramas e mede 58x105x23mm, ou seja, do tamanho de um celular normal.
A lista de recursos é imensa e literalmente “estudar” o manual é uma condição obrigatória para se tirar proveito de toda a tecnologia embarcada no aparelho. Entre as muitas funções destaca-se o barômetro de alta precisão, geocaching (caça ao tesouro), bússola eletrônica em 3D, além das ferramentas EZ Planner e EZ Tour Planner que auxiliam na tarefa de transferir os tracks para mapas e planejar as pedaladas e também importar mapas para dentro do aparelho.
“O Holux aceita qualquer mapa digital ou mesmo em papel, pode até ser uma imagem escaneada em PDF”, explica o engenheiro.
Tocando na tela resistiva (que pode ser acionada mesmo com luva), o ciclista tem acesso a todos os recursos e pode também configurar as informações que deseja que sejam exibidas, como velocidade, distância, tempo, altitude, redução de carbono, calorias, alarme, cronômetro, calculadora, calendário e até dicas de saúde e de primeiros socorros.
Todos esses recursos podem ainda ser incrementados com acessórios wifi opcionais para ciclistas, como marcador de cadência e de velocidade (que exigem a instalação de sensores no pedivela e na roda traseira respectivamente), e marcador de frequência cardíaca por meio de uma fita peitoral. Mas para que instalar sensores de velocidade num equipamento de GPS? Segundo Pisani, essa facilidade é interessante quando se está em área de sombra (debaixo de árvores densas, por exemplo), assim, os dados coletados pelo sensor da bicicleta funciona na prática como uma opção de backup, já que o aparelho já faz essa medição com muita precisão e eficiência.
O Holux Fun Trek 130 Pro recebe o sinal do satélite por meio de um chip de alta sensibilidade. O aparelho roda o sistema operacional Win CE 5.0 da Microsoft, característica que permite a instalação de qualquer aplicativo que rode no Windows, como aplicativos de mapas para navegação rodoviária como o iGo.
A memória interna é do tipo flash com 2GB e é expansível para até 32GB com a utilização de um cartão micro-SD. A bateria de lítio de 1050mAh é recarregável, com duração de até 12 horas em standby.
O aparelho vem com um kit que traz bolsa de neoprene para transporte, CD de instalação, carregador de bateria com entrada USB e o cabo USB. O preço do modelo é de R$ 1.145 e a garantia é de um ano. A empresa procura novos distribuidores para fechar parcerias em todas as regiões do Brasil.
SERVIÇO
Tirante A – Adventure Instruments
Importadora dos produtos Holux para o Brasil
www.tirantea.com.br
pisani@tirantea.com.br
Telefone (12) 3033-4422

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

AGENDA PARA HOJE (ÚLTIMO PEDAL DO ANO) 27.12.12





LOCAL DE ENCONTRO: PRAÇA DO ROTARY

HORÁRIO DE SAÍDA: ÀS 19:15 EM PONTO

DESTINO: TRILHA INDO PELO SHOPPING , VAMOS PEGAR O CORREDOR DE AREIA, SAINDO NA POSTIAÇÃO, PEGA A DIREITA INDO EM DIREÇÃO AS 4 BOCAS, PEGANDO A TRILHA DO RISO, SAINDO AO LADO DA BARRACA DAS FRUTAS, COMEMOS FRUTAS VOLTAMOS POR ASFALTO... ***NÃO TEMOS HORÁRIO PARA CHEGAR AVISEM EM CASA***
LEVAR FAROIS COMO SEM FALTA , CAMARA DE AR , KIT REMENDO, CAPACETE E MUITA ÁGUA.
NÍVEL: INTERMEDIÁRIO E ALTO