sábado, 5 de outubro de 2019

BRASIL PODERÁ SEDIAR ETAPAS DA COPA DO MUNDO DE MTB A PARTIR DE 2021

O Mountain Bike brasileiro poderá dar mais um passo importante no cenário internacional a partir de 2021 com a realização de grandes eventos do calendário internacional.
Na última semana, durante o congresso anual da UCI, realizado em Yorkshire, na Inglaterra, o presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo, Jose Luiz Vasconcellos, se reuniu com o presidente da União Ciclística Internacional (UCI), David Lappartient, para tratar de diversos assuntos, entre eles a apresentação oficial da candidatura do Brasil como sede de etapas da Copa do Mundo de MTB em 2021 e 2022.
“A reunião serviu para discutirmos a importância de aproveitar o bom momento que atravessa o MTB brasileiro com a realização de um evento dessa magnitude. A solicitação foi vista com bons olhos pela UCI, agora é aguardar os próximos passos”, destacou Vasconcellos.

NUTRIÇÃO – A IMPORTÂNCIA DA PROTEÍNA NO CICLISMO

As proteínas sempre estiveram em evidencia nas salas de musculação, mas além da sua participação no processo de hipertrofia, enxergamos no ciclismo a sua importância no fornecimento de energia, produção hormonal e enzimática, fortalecimento do sistema imunológico, formação de estruturas do corpo (músculos, órgãos, ossos, ligamentos, tendões e pele), equilíbrio ácido-basico e função transportadora.
Esse nutriente está em constante reciclagem e as mudanças que ocorrem na massa muscular, vão refletir na porcentagem de síntese e degradação proteica. Se a ingestão de aminoácidos livres estiver adequada, a síntese é ativada. No entanto, a medida que essa disponibilidade cai, o catabolismo (quebra) muscular acontece. Isso justifica o porquê distribuir proteínas com qualidade ao longo do dia. Essas proteínas devem oferecer aminoácidos essenciais (leucina, isoleucina, valina, histidina, fenilalanina, metionina, treonina e triptofano) e os condicionalmente essenciais (glutamina, arginina, prolina, glicina, tirosina e cisteína). Alguns alimentos como aves, carne bovina magra, peixe e ovos, atendem todas as nossas necessidades quando o assunto é qualidade proteica.
A dificuldade em atingir as necessidades proteicas, pode vir pelo hábito que a maior parte da população tem, em não incluir proteínas em lanches intermediários ou pela falta de tempo para preparar essa fonte. Nesse caso, shakes proteicos (albumina, caseína e whey protein) ou barras de proteína, podem ajudar a distribuir melhor esse nutriente.
Há alguns anos, a proteína em esportes de resistência não era muito valorizada. Era destacada a importância do consumo de carboidratos e atuação da proteína associada a um carboidrato no momento do pós-treino.
Como acabamos de ver, o cuidado deve existir em todas as refeições, pois uma refeição pode não compensar o déficit desse nutriente.
Existe muita discussão sobre como encontrar a quantidade correta para ingestão de proteínas. No ciclismo por exemplo, podemos ver que alguns autores destacam 1,7 a 2g/kg de peso.
Resumindo, deve-se considerar intensidade, variação de estímulos, recuperação do treinamento e necessidade calórica para encontrar a quantidade de ingestão perfeita.
 
 
Colaborador : Vitor Nunes (Nutricionista Esportivo – CRN:32693)
Pós graduado em: Bioquímica, Fisiologia, Treinamento e Nutrição Esportiva – UNICAMP

SHIMANO FEST 2019 – CALOI APRESENTA NOVIDADES EM SUA LINHA DE BICICLETAS


Caloi Aspen Way 1
A Caloi Aspen Way é uma bicicleta de alta performance que chegou para reviver o modelo Aspen lançado em 1989. O grafismo com cor neon remete ao passado, mas as semelhanças param por aí. Com quadro de carbono, a Aspen Way 1 tem suspensão frontal Fox Factory de 100mm e Grupo Sram XX1 Eagle AXS com transmissão eletrônica wireless, diferenciais que proporcionam ao ciclista um pedalar mais seguro e leve para encarar todos os tipos de trilhas. Além disso, o modelo é equipado ainda com Pneus Maxxis Ikon 29×2.2, freios Sram Level Ultimate e Cassete Sram 12v, componentes que a tornam uma verdadeira máquina. Não poderia faltar o selim Fabric Scoop Flat com trilhos  de carbono. O preço sugerido é R$ 29.999,00.

ALGUMAS “FRESCURAS” DOS CICLISTAS


Este texto é direcionado às ciclistas que estão em fase de transição, saindo do ciclismo recreativo e entrando no ciclismo de performance. As dúvidas são muitas. A ciclista que está na transição não entende a razão de muitas das “frescuras” das ciclistas de performance, e estas, por sua vez, percebem de longe se a ciclista é iniciante ou não.
Nas aulas da LuluFive orientamos muito às ciclistas em relação à vestimenta, capacete, bicicleta, entre outros temas que geram muitas dúvidas entre elas. Partindo daí,escrevi este texto com informações e dicas sobre como se iniciar no ciclismo de performance e facilitar a sua adaptação.

DEPILAR OU NÃO DEPILAR?

Esse assunto é muito polêmico, especialmente para os homens. Muitos não entendem a razão e acham que depilar é coisa de “metrossexual”. Uma das razões da depilação é facilitar a limpeza dos ralados caso haja uma queda. Outro motivo é ajudar na hora de fazer massagem. Pernas com muitos pelos não espalham bem o óleo ou creme de massagem, e isso dificulta a vida do fisioterapeuta ou massagista. Com relação à performance, não existe nenhum tipo de comprovação de que depilar as pernas ajuda no desempenho.

ROUPAS ÍNTIMAS X BRETELLE OU BERMUDA DE CICLISMO

Meninas… NÃO use roupa íntima por baixo do bretelle ou bermuda de ciclismo. Primeiro porque esteticamente não é bonito porque a roupa íntima marca o bretelle. Mas o principal motivo é o conforto. Não dá para pedalar horas e horas com o elástico de uma roupa íntima em atrito direto com a pele. Vai machucar!

Uso Correto Do Capacete

O capacete foi criado para proteger toda a cabeça, inclusive a testa. Não esqueça que a testa faz parte da cabeça. Portanto, ajuste o capacete de modo que ele fique reto na cabeça! Nem acima da testa, nem muito para baixo. Além disso, é legal experimentar o capacete antes de comprar, para saber se ele está do tamanho correto da sua cabeça. E muito importante: não apertem demasiadamente o ajuste atrás do capacete, pois enquanto se pedala é natural sua cabeça dar uma inchada e, se estiver muito apertado, vai marcar a sua testa e dificultar a circulação de sangue no local.
Uso de mochilas, “camelback”, pochetes e similares
Gente… Estamos falando de ciclismo de performance, certo? Isso quer dizer que você vai pedalar por três, quatro horas, numa velocidade moderada. Para isso servem as camisas de ciclismo com bolsos. Para você colocar câmaras, alimentos, documentos, suplementos, sem carregar peso demasiado nas costas e sobrecarregar sua coluna. Quanto mais livre e leve você estiver, melhor será seu desempenho, e sua cervical agradece. Se for caso, use aquelas bolsinhas pequenas que podem ser presas no canote da bicicleta para colocar ferramentas, câmaras, entre outros itens básicos.
Tamanho da camisa de ciclismo
A camisa de ciclismo deve ficar justa ao corpo, por duas razões principais. A primeira é diminuir o atrito do vento. Uma camisa muito larga forma uma espécie de “paraquedas” que acaba prejudicando a performance em alta velocidade. Outra razão é que, quando você encher os bolsos com alimentos, documentos etc., a camisa larga irá pesar a ponto de parar no meio dos glúteos. Além de ser estaticamente feio, vai te atrapalhar na hora de pegar qualquer coisa do bolso — sem contar que você pode perder muitas coisas no caminho.
Existe um glamour no ciclismo de performance, sim, mas também, algumas “frescuras” tem uma explicação.
Texto: Gisele Gasparotto

quarta-feira, 22 de março de 2017

Como aumentar o fôlego no pedal


Quando se fala em desempenho no ciclismo, logo se pensa em aperfeiçoar a técnica de pedalada, melhorar a resistência na subida, treinar a cadência, entre outros fatores que influenciam diretamente a performance. Mas poucos ciclistas se preocupam com um detalhe que pode fazer uma grande diferença: a respiração! Aumentar o fôlego no pedal é fundamental.
Respirar de forma inadequada faz com que o aporte de oxigênio seja insuficiente para o bom funcionamento do organismo durante o esforço no pedal. Quando isso ocorre, há prejuízo do desempenho, visto que as células utilizam o oxigênio para produzir energia e realizar a contração muscular.
Não há uma técnica propriamente dita sobre como respirar corretamente, mas existem dicas que podem ajudar a melhorar o aproveitamento do oxigênio e ganhar fôlego no pedal, conforme explica Ricardo Hirsch, treinador e diretor técnico da Personal Life Assessoria Esportiva.

Ritmo e volume
O ciclo da respiração começa ao inspirarmos oxigênio e termina ao exalarmos gás carbônico. Quando ele não é completo, o gás carbônico fica retido e se torna prejudicial ao metabolismo. Por isso, a respiração deve ser ritmada e não acelerar demais a ponto de ficar ofegante e não conseguir esvaziar os pulmões como deveria. Se ficar ofegante, controle a respiração e ajuste a cadência de pedaladas. Isso ajudará a manter os batimentos cardíacos mais estáveis e encontrar o volume
de ar ideal para o seu ritmo.
Respirar pela boca ou pelo nariz?
A respiração pelo nariz é a mais recomendada, pois ele funciona como filtro de impurezas, além de aquecer e umidificar o ar que entra no organismo. A quantidade de oxigênio aspirada pelo nariz, no entanto, pode não ser suficiente dependendo da intensidade do pedal, o que torna necessária a respiração pela boca. Assim, essa decisão se torna muito particular, de acordo com a forma mais confortável para cada um. A única recomendação é expirar mais ar do que foi inspirado, pois o acúmulo no pulmão pode causar desconforto. Tente cadenciar a respiração, inspirando uma vez e expirando duas.
Postura na bike
Ao pedalar sentado na bike, quanto mais à frente estiver o tronco, menor será a amplitude de movimento dos músculos envolvidos na respiração (abdominais, diafragma e intercostais). Em alguns casos, a projeção excessiva à frente pode inclusive comprimir as vias aéreas, dificultando o fluxo de ar. Outro fator que também pode comprometer a respiração é utilizar um guidão muito pequeno, cuja largura seja inferior à distância entre os ombros, o que causa a compressão da caixa torácica. Para sanar esses problemas, somente um bom bike fit.
Escrita por Daniel Balsa

sexta-feira, 22 de abril de 2016

UCI suspende freios a disco na estrada após ferimento de Ventoso

Fran Ventoso, que teve cortes no joelho ao ser atingido por freio a disco na Paris-Roubaix
Nem demorou muito e já aconteceu o que muitos temiam: os freios a disco fizeram a sua primeira vítima.  A suspensão do uso dos freios a disco nas provas de estrada com a chancela da entidade foi confirmada pelo presidente da Comissão de Equipamentos da UCI, Harald Tiedemann Hansen, depois que o espanhol Francisco Ventoso (Movistar) teve cortes profundo logo abaixo do joelho direito após se envolver numa queda na Parix-Roubaix.
Foto divulgada pelo próprio Ventoso junto com carta aberta sobre o caso
Foto divulgada pelo próprio Ventoso junto com carta aberta sobre o caso
Depois de os rumores se espalharem de que o ferimento do ciclista foi causado por um rotor de freio, o próprio Ventoso divulgou uma carta aberta onde afirma que os rotores funcionam como “facas gigantes”, especialmente nas quedas que envolvem muitos ciclistas e que são muito comuns no esporte. O uso continua liberado nas provas de ciclocross e, claro, nas de mountain bike e downhill, onde esse tipo de queda não ocorre.
A CPA (Associação dos Ciclistas Profissionais) também exigiu da UCI que o uso do equipamento fosse suspenso.
“Não queremos parar o progresso, mas queremos encontrar soluções em comum para a introdução de novas tecnologias que colocam a vida do ciclista em risco”, afirmou Laura Mora, presidente da CPA.

Tour de SC: Gilberto Góis vence 2ª etapa; Jeovane de Oliveira é o novo líder



Pelotão no Tour de Santa Catarina Foto: Antonio Prado|Fesporte
Ribeirão Preto no pelotão no Tour de Santa Catarina Foto: Antonio Prado/Fesporte
Do Bikemagazine
Fotos de divulgação
Gilberto Góis (Avaí) venceu nesta quinta-feira (21 de abril) a 2ª etapa do Tour de Santa Catarina. A prova teve percurso de 130 quilômetros, de Campos Novos a Lages. Lauro Chaman (Memorial/Santos) e Giovane Arduíno (Ribeirão Preto) ficaram em 2º e 3º, respectivamente, todos com o tempo de 3h09min07s.
“Ganhar sempre é bom, agora temos que somar mais pontos nas próximas etapas para decidirmos o título de campeão geral na prova da Serra do Rio do Rastro, no sábado, penúltimo dia do Tour de Santa Catarina”, declarou o vencedor.
Pódio da segunda etapa
Pódio da segunda etapa, vencida por Gilberto Góis
Na classificação geral, Jeovane de Oliveira (Ribeirão Preto), 5º colocado na etapa, assumiu liderança, com vantagem de 9 segundos para Góis. “O dia foi muito bom pra nós. O Maminha (Jeovane) fez uma excelente etapa, assumiu a ponta, mas tem muita estrada pela frente. Temos grandes adversários e a competição está muito aberta. De qualquer forma, assumir a ponta até aqui é uma grande conquista pra nós e para o Maminha, que é um grande companheiro e atleta”, destacou o técnico de Ribeirão Preto, Marcelo Donnabela.
Nesta sexta-feira (22), a 3ª etapa terá 150 quilômetros, entre Lages (largada às 9 horas na Praça da Catedral) e Urubici (chegada às 12 horas na Av. Adolfo Konder). No sábado (23) serão mais 83  quilômetros entre Urubici e o mirante da Serra do Rio do Rastro, que é percurso mais duro de toda a competição. Por fim o Tour se encerra no domingo (24) com os 90 quilômetros entre Nova Veneza e Bom Jardim da Serra.

sábado, 19 de abril de 2014

Evandro Portela atinge 124 km/h no vácuo de caminhão

Será um novo recorde? Gravado com uma GoPro, vídeo com ciclista brasileiro em manobra perigosa está fazendo sucesso na internet. Então, como se diz por aí, assista, mas “não tente fazer isso em casa”

O ciclista brasileiro Evandro Portela chamou a atenção de sites especializados em ciclismo mundo afora nos últimos dias ao protagonizar um vídeo no qual, ao pegar vácuo em um caminhão, atinge a velocidade de 124 km/h.
O ciclista gravou a prática – perigosa e não recomendada – com uma câmera GoPro. No vídeo, Portela, acompanhado de um colega, realiza a manobra na maior diversão.
Então, como se costuma dizer nos programas de TV de esportes radicais, assista, mas “não tente fazer isso em casa”.

Como Lance Armstrong troca uma câmera de ar?

Em vídeo, ciclista tira sarro de si mesmo ao lembrar seus 7 ex-títulos do Tour de France. No final de semana passado, jornal dos EUA revelou que Armstrong entregou nomes de envolvidos em doping a um tribunal federal

Dias depois de um jornal dos EUA divulgar que Lance Armstrong entregou alguns nomes do seu esquema de doping a um tribunal federal, o ciclista volta a ser notícia ao aparecer em um vídeo que começa com o próprio tirando sarro de sua condição de ex-7 vezes campeão do Tour do France.
E, então, Armstrong, diz a razão de estar ali: no vídeo, gravado pela revista Outside, o ciclista vai mostrar como trocar uma câmera de ar. Singelo?
No final de semana passado, o jornal USA Today mostrou reportagem sobre o depoimento de Lance Armstrong, sob juramento, em novembro passado. A reportagem teve acesso aos documentos e revelou que Armstrong mencionou o nome de quatro pessoas: o preparador físico Pepe Martí e os médicos Pedro Celaya, Luis García del Moral e Michele Ferrari.
Lance Armstrong teria admitido ainda que a massagista Emma O’Reilly, o mecânico Juliende Vriese e Philippe Maire eram os encarregados de levar os produtos usados no esquema de dopagem para as corridas.

Shimano Responde: Qual a maneira correta de medir a corrente?

Conheça o jeito certo de medir a corrente em pedivelas triplos e duplos

Como medir a correnteFoto de divulgação
Quem responde é o assistente técnico da Shimano Latin América Claudinei Souza.
Qual a maneira certa para fazer a medição da corrente? Seria a engrenagem dianteira na pequena (isso para coroa tripla) e pinhão traseiro, no cassete pequeno também? Enfim, qual a maneira correta de medição para engrenagem tripla e dupla?  Rogério Rocha – Campinas, SP
Olá, tudo certo Rogério?
Para medir a corrente em bicicletas com pedivela triplo ou duplo, faça o seguinte: Coloque na ‘maior com maior’ – coroa maior com pinhão maior, passando-se a corrente por fora do câmbio traseiro e acrescentando-se 2 elos.