segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Taquinho: Como instalar
Aprenda maneira certa de fixá-lo na sapatilha
Os modernos pedais de encaixe das bicicletas nasceram são derivados dos encaixes utilizados em esquis de neve e são excelentes para quem gosta de tirar o máximo proveito de sua pedalada. No caso de ciclistas de competição, esse acessório é indispensável. O uso de pedais de encaixe pode melhorar o aproveitamento da pedalada em até 30%, já que o ciclista usa o pé para puxar o pedal para cima.O taquinho (também chamado de tacos ou taquilhos), parte de metal que fica preso na sapatilha e se encaixa no pedal, é fácil de ser fixado mas exige alguns cuidados e há alguns macetes que devem ser seguidos.
Taquinho é fixado no rumo da "bola do pé"
O componente pode ser facilmente encontrado nas boas bike shops e os preços variam de acordo com a marca.
FAÇA VOCÊ MESMO:
Você vai precisar de:
- Chave allen 4 mm (3mm dependendo do modelo do pedal);
Marque na sola a posiçäo da "bola do pé" - Régua;
- Lápis;
- Fita crepe.
- Com os pés descalços encontre o osso da “bola do pé”;
- Vista uma meia, calce a sapatilha e apalpe por fora até encontrar o osso da bola do pé;
Com uma régua, encontre o centro da sapatilha e marque com lápis na fita - Marque com lápis na sapatilha a posição encontrada. Se não quiser riscar na sapatilha utilize uma fita adesiva e marque sobre ela;
- Com uma régua, encontre o centro da sapatilha no sentido longitudinal (ponta dos dedos até o calcanhar). A idéia é fixar o taquinho bem no centro dessa linha, e deixando o taquinho centralizado em relação à marca feita da bola do pé;
- Em seguida coloque a chapinha, o taquinho, e os parafusos allen (com um pouquinho de graxa). Posicione o taquinho bem no meio do cruzamento das linhas da bola do pé e da posiçao longitudinal; Observação: O ajuste final será realizado posteriormente. Em geral o taquinho deve ficar alguns milímetros para trás da “linha da bola do pé”. Para pés de números acima de 43 poderá ser necessário colocar o taquinho no máximo de recuo.
O taquinho deve ficar centralizado - Aperte bem os parafusos allen e encaixe a sapatilha no pedal da bike para verificar se a posição está perfeita;
A sapatilha deve ficar paralela à bike quando encaixada
Os procedimentos acima são também válidos para pedais usados em bikes de ciclismo
DICAS
- Ciclistas iniciantes devem usar a regulagem de pressão do pedal no mínimo, para evitar quedas
- Coloque uma gotinha de óleo no pedal, nas garras que prendem o taquinho, para facilitar o encaixe e desencaixe do pé
- Substitua os taquinhos quando eles apresentarem sinais visíveis de desgaste e quando estiverem escapando do encaixe. O desgaste pode também ser verificado manualmente mexendo a sapatilha encaixada no pedal. Se houver folga e não for retirada aumentando-se a pressão da mola, é sinal que deve ser substituído
- Dores na panturrilha podem ser sinal que o taquinho está muito para frente ou para trás. Dores na lateral do joelho podem ser sinal que o taquinho está virado muito para dentro ou para fora. Na dúvida peça ajuda a um mecânico experiente
AVENTUREIROS
Pessoal indo em direção da divisa RN/CE eu (Patricia),Fernando e dois amigos, encontramos pela a estrada 4 Americanos "aventureiros" fazendo um cicloturismo. Como muito curiosa que sou, resolvi parar para saber de onde eles estavam vindo e para onde. Em princípio eles nos ignorou não sei se por medo ou sei lá o que, mas eles voltaram e nos comprimetou. Muito legal saber que eles estavam vindo de Recife/PE e em direção a Fortaleza/Ce, mas iriam dar uma parada em Aracati, nós observamos bem as Bikes e vimos o quanto de carga eles estavam levando e naquele sol de 14:30 da tarde. Vejam as fotos.
*** Foto do mapa que eles levam sobre o guidon.
Observem a quantidade de coisa que eles carregam nas bicicletas.
Xauzinho Pessoal e uma boa viagem :)
*** Foto do mapa que eles levam sobre o guidon.
Observem a quantidade de coisa que eles carregam nas bicicletas.
Xauzinho Pessoal e uma boa viagem :)
domingo, 27 de novembro de 2011
Copa América de Ciclismo muda para o Rio de Janeiro
Disputa será em janeiro no Aterro do Flamengo
Publicado em 25 de novembro de 2011 às 7:30
Foto de Sérgio Shibuya
A mudança foi motivada pelo volta da competição ao ranking da União Ciclística Internacional, contando pontos para as Américas, justamente em uma ano olímpico. Isso deverá atrair ainda mais os principais nomes do esporte no país e vários destaques do exterior, proporcionando um grande evento. A disputa será mostrada ao vivo pela Rede Globo, dentro do Esporte Espetacular.
“Estamos atendendo às exigências da UCI e suas novas regras com um circuito de 10km e também da possibilidade dos carros de apoio seguirem o pelotão. Com isso, a disputa volta a valer para o ranking das Américas, valorizando ainda mais a participação dos melhores atletas e equipes”, explica Thadeus Kassabian, diretor de operação da Yescom Entretenimentos, realizadora da prova.
Outro aspecto positivo é a alternância de praças, levando o melhor do ciclismo nacional para as principais cidades do país. A visibilidade da Cidade Maravilhosa é fundamental neste momento de preparação para receber os Jogos Olímpicos de 2016. Por isso, a transmissão ao vivo para o país dentro do Esporte Espetacular e para outras nações pela Globo Internacional ganhou mais importância.
Serão 20 equipes disputando masculinas. As 15 melhores da Copa da República, marcada para o dia 18 de dezembro, em Brasília, e cinco estrangeiras convidadas pela organização. No feminino, por sua vez, participarão as melhores do ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).
Ao longo de seus 11 anos de história, a Copa América tem colaborado com o desenvolvimento do ciclismo brasileiro. Referência no ciclismo das Américas. A prova, criada pela Yescom em 2001, com o apoio da Rede Globo, teve e tem papel importante no desenvolvimento do ciclismo nacional nos últimos anos. Afinal, o evento revolucionou a modalidade, obtendo maior visibilidade para o esporte em televisão aberta e abrindo caminho para as demais competições.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
HOJE TEM BICICLETADA.
Vamos lá, turma! Penúltima bicicletada de 2011. O ano mais importante para o cicloativismo mossoroense. Vamos manter-nos de pé e sobre duas rodas para que a invasão das bicicletas aumente gradativamente a cada ano. Por quê não a cada dia?
Hora Saída: 18:00 horas
Hora de Chegada: 21 horas na Sorveteria Frutare (Em frente as Caixas D´agua por tras do Wilson Rosado)
Distância: 8 km
Data: 25/11/11 Sexta-feira
O que é a Bicicletada?
A Bicicletada é um movimento no Brasil e em Portugal inspirado na Massa Crítica, onde ciclistas se juntam para reivindicar seu espaço nas ruas.
Não existe um objetivo central, mas diversos objetivos sempre decididos pelos participantes. No entanto um mote em geral une os participantes. A Bicicletada serve para divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.
A Bicicletada, assim como a Massa Crítica, não tem líderes ou estatutos, o que leva a variações de postura e comportamento de acordo com os participantes de cada localidade ou evento.
Dentre a pluralidade de motes, está o lema "um carro a menos", usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades. Outro slogan levantado é o "Nós somos o trânsito". A idéia é deixar claro aos motoristas que a bicicleta é apenas mais um componente da mobilidade urbana e que merece o devido respeito.
Objetivos
- Pedalar;
- Divulgar, estimular, promover e criar condições favoráveis para o uso da bicicleta como meio de transporte;
- Integrar os ciclistas da cidade e valorizar a cultura da bicicleta;
- Conscientizar os usuários dos meios de transporte motorizados da importância da bicicleta para aliviar os congestionamentos;
A ideia é celebrar a ocupação das ruas, festejar e fomentar a harmonia no espaço que é de todos. Harmonia, alegria e celebração são as palavras de ordem.
O que é NÃO é legal fazer durante a Bicicletada:
--Insultar verbalmente e ou agredir pedestres, motoristas, passageiros de coletivos e pessoas nos bares, mesmo se eles provocarem
--Provocar as mulheres na rua. Tanto elas como as mulheres da bicicletada podem se sentir ofendidas
--Andar com a bicicleta nas calçadas
--Correr na frente para bloquear o tráfego antes da massa chegar
--Andar na contra-mão
--Esquecer de sorrir, acenar e falar com outras pessoas
--Imaginar que você é moralmente superior só porque está pedalando uma bicicleta
--Abster-se de dizer aos companheiros o que você acha do seu comportamento, seja bom ou ruim. Converse com os outros!
--Interromper desnecessariamente acessos que não serão utilizados pelo passeio
--Usar pistas que não são necessárias. Se houver múltiplas faixas, vamos liberar algumas para os veículos mais rápidos
--Esquecer que todos somos responsáveis por fazer a massa crítica que nós queremos.
O que é legal fazer durante a Bicicletada:
>>Fantasiar-se para chamar a atenção e alegrar o movimento
>>Distribuir panfletos aos pedestres e motoristas explicando porque estamos ali
>>Conversar com o ciclista do lado, fazer amigos e se divertir
>>Cuidar da segurança de todos
>>Abordar amigavelmente aqueles que estão desrespeitando os pedestres e motoristas
>>Distribuir flores e conversar com outras pessoas, passageiros de ônibus e motoristas
>>Convidar as pessoas a se juntarem a nós na próxima vez
>>Ajudar veículos presos atrás da massa a sair para a direita
>>Diminuir a marcha regularmente se você estiver na frente (não importa o quão devagar você acha que está pedalando, lacunas estarão se abrindo atrás de você)
>>Parar no semáforo vermelho quando estiver na frente para permitir que o resto da massa se junte a você
>>Continuar pedalando no semáforo vermelho se a massa já estiver atravessando o cruzamento, pois ficar juntos é mais seguro e previsto por lei
>>Preencher lacunas; massa crítica depende da densidade de bicicleta em relação ao automóvel
>>Lembrar-se que o prazer e o convívio são mais subversivos do que a raiva e provocação.
Não odiamos os carros, amamos bicicleta!
Atenção: Em caso de acidente anote a placa do veículo, veja se alguém precisa de ajuda. Caso a pessoa esteja bem, deixe para os mais calmos e experientes resolverem a situação e volte a pedalar pois a massa não pode parar.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Trailer do filme Live & Ride in LA
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
2ª Pedalando com Santa Luzia
No Domingo 04/12/11 após a missa das 6:00hs na Catedral, O 2ª passeio ciclístico de Santa Luzia, onde convidamos todos ciclistas, desde os que tem a bicicleta como transporte para seu uso diário, aos que pedalam por prazer e até ciclistas profissionais.
Contamos com sua divulgação
Programação:
7ª Corrida de Santa Luzia dia 11 de dezembro largada às 8 horas em frente a catedral.
Observações:
As inscrições só até o dia 10 de dezembro.
A todos os participantes para estar no local da prova 1 hora com antecedência.
3ª Moto Romaria da Luz.
Data: 12 de dezembro.
Concentração às 20 horas em frente Colégio Sagrado Coração de Maria.
Chegada na catedral de santa Luzia.
Uma procissão noturna que percorrerá a cidade na madrugada do dia 13 de dezembro. “Considero que esse será um momento especial dentro da programação da Festa desse ano”. As motos percorrerão as principais ruas da cidade anunciando a chegada do dia de Santa Luzia. Esperamos que as pessoas estejam nas ruas recebendo as bênçãos da santa.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Conheça os novos grupos Campagnolo Record eletrônicos
Demorou, mas a italiana Campagnolo finalmente revelou oficialmente o lançamento mais esperado da marca. Trata-se dos grupos eletrônicos Record EPS e Super Record EPS, que vinham sendo desenvolvidos desde 2008.Mais leve que o concorrente japonês Shimano Dura-Ace Di2, o sistema elétrico é alimentado por um bateria inteligente de íons de lítio selada ultrassonicamente reistente às intempéries e que vai fixada no downtube.
As roldanas do Super Record EPS têm rolamentos cerâmicos e a borracha das maçanetas recebeu uma nova textura, mais agressiva e que não muito elogiada por quem testou o produto na Europa.
O câmbio dianteiro efetua as trocas impulsionado por um pequeno motor elétrico que possui uma “caixa de redução”, que amplifica a força do motorzinho.
Um diferencial em relação ao Shimano Di2 é a possibilidade do ciclista efetuar multiplas trocas de marcha com um único comando na alavanca de marchas. O sistema italiano utiliza uma caixinha, que vai presa na mesa ou no guidão por meio de fitas zip ties ou anéis de borracha, que funciona como uma interface que interpreta os movimentos da alavanca e transforma os movimentos analógicos em sinais digitais e os envia para o “cérebro” do sistema.
VÍDEO:O novo grupo em ação
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Pista, a mãe de todas as modalidades
Texto de Marcos Adami/Bikemagazine
Há um ditado que diz que o ciclismo de pista é o pai e a mãe de todas as modalidades. E é a pura verdade, pois as bicicletas com pinhão fixo aperfeiçoam o gesto da pedalada, seja no mountain bike, ciclismo de estrada ou bicicross.
Se pegarmos o quadro de medalhas de qualquer encontro olímpico, os países que se destacam são justamente aqueles onde o ciclismo de pista é mais desenvolvido.
Dos velódromos saem a maioria esmagadora das medalhas do ciclismo. No Pan do Rio, por exemplo, foram 33 medalhas em jogo dentro de nosso velódromo e o Brasil não ficou com nenhuma delas. No fim, amargamos a modesta nona colocação no quadro geral de medalhas do ciclismo, dominado pelos colombianos, que ganharam quatro medalhas de ouro, cinco de prata e uma de bronze. O mesmo se passou em Guadalajara, com a triste diferença que o Brasil não conquistou nem uma simples medalha em nenhum esporte com bicicleta.
O grande bicho papão dos velódromos na atualidade são os britânicos. Em Pequim, os ciclistas a serviço da rainha faturaram oito medalhas de ouro, quatro de prata e duas de bronze. Os arqui-rivais franceses ficaram na segunda colocação com duas de ouro, três de pratas e uma de bronze. Para Londres, a equipe da casa promete muitos títulos.
E a tradição britânica vem de longe. No final do século XIX e nos dois primeiros anos do século XX, era comum as pessoas irem ao velódromo todas as noites depois que o pubs se fechavam para acompanhar os rachas locais. Até hoje a tradição é mantida, com corridas quase todos os dias, inclusive com apostas em dinheiro.
Atualmente a Grã Bretanha tem 23 velódromos, o Japão 47 e a Austrália 20. Não é em vão que os britânicos conquistaram 14 medalhas em Pequim, sendo oito de ouro. Nossa vizinha Argentina tem 39 velódromos e trouxe para casa uma medalha de ouro conquistada no velódromo de Laoshan, em Pequim.
AS BIKES
As bicicletas utilizadas em velódromos – as pisteiras – têm características bem diferentes das bikes de ciclismo estrada. Para começar, tem o pinhão traseiro fixo, isso é, as alavancas do pedivela giram juntamente com as rodas. Não há descanso quando se pedala uma bike de pista.
A outra diferença é que não há freios. Para frear, o ciclista aplica uma força contrária nos pedais. A corrente é mais grossa e o uso das blocagens é vetado. As rodas são fixadas com porcas de tamanho 15mm e a gancheira traseira tem a abertura voltada para trás. Em competições oficiais, o pedal deve ter travas suplementares que passam sobre a sapatilha.
Os pneus em sua maioria absoluta são os tubulares, que em caso de furo não murcham imediatamente e tornam o controle da bike mais fácil nessa situação.
Como era de se esperar, num país carente de velódromos, as pisteiras são raras por aqui e difíceis de encontrar. O que muita gente faz é montar sua própria bike de velódromo usando um quadro de estrada com componentes de pista. Mas com paciência e uma boa dose de engenhosidade e improviso é possível montar uma boa bike.
O ciclista campineiro Luiz Guilherme Stangier Pires Barbosa descobriu o ciclismo de pista em 2004, na ocasião em que representou a cidade nos Jogos Regionais, e foi contagiado pelo vício das pisteras.
Hoje, o policial civil e ciclista amador tem cinco bicicletas de velódromo e conhece a receita para se montar uma bike de pista gastando pouco. “Voltei dos Jogos e montei duas bikes de pista. Nunca mais parei”, conta.
E a primeira bike de Guilherme foi uma Caloi 12, com a traseira retrabalhada. “Encurtei a traseira em 3cm e construí uma gancheira específica para pista”, lembra.
Os componentes são todos específicos para bike de pista. Mas sempre é possível improvisar. Guilherme ensina que o pedivela de estrada pode ser aproveitado. O pinhão pode ser o mesmo de uma bike trial e o cubo traseiro, de rosca, é o mesmo tipo utilizado nas bikes populares de rua, sem marcha, que custam R$ 12 o par. A corrente pode ser a de uma bicicleta Barraforte, mais grossa, e muito barata.
O pedivela de uma estradeira também dá para ser aproveitado. “Basta tirar a coroa grande do pedivela e fixá-la para o lado de dentro. Mas tem que ficar atento com o alinhamento da corrente entre o pinhão e a coroa”, ensina Guilherme. Normalmente se utilizam coroas entre 48 e 53 dentes e pinhões que tenham entre 14 e 17 dentes.
O ideal é que o pedivela seja um pouco mais curto, de 170mm ou 172,5mm, por exemplo.
Diversos quadros podem ser utilizados na montagem de uma bike de pista. “A primeira geração da Caloi Strada de alumínio é perfeita. Mas pode ser uma KHS de cromo, uma Trek, uma Specialized. Tanto faz.”.
No Brasil é possível encontrar quadros argentinos das marcas Privitera ou Collner, e outros importados como os Vicini específicos para pista, Bianchi e os nacionais da Mônaco. A Volare chegou a ter quadros para pista, que equiparam inclusive a Seleção Brasileira, mas a marca não está mais disponível no mercado. Um quadro Vicini para pista, com caixa de direção e garfo sai por R$ 700. Já um quadro de cromo KHS, usado, vai sair por R$ 200, já com a mão-de-obra e solda TIG necessária para fazer a adaptação na gancheira traseira.
Uma coroa de 48 dentes da Blackspire pode ser encontrada por R$ 160 com comerciantes especializados. O melhor é usar um guidão específico para pista, que tem a curva mais suave e não tem os passadores dos cabos. Os eixos são comuns e as porcas podem ser compradas em lojas de ferragens mesmo.
Quem puder investir num bom pedivela de pista vale a pena. Os da marca Miche custam em torno dos R$ 400. A Shimano e a Campagnolo também tem modelos específicos para pisteiras.
AS VANTAGENS DA FIXA
Pedalar uma bike de pinhão fixo é o melhor educativo para a pedalada. Na bike fixa o ciclista faz o exercício nos 360º do ciclo da pedalada e traciona 100% do tempo.
Outra vantagem é o desenvolvimento da potência, tanto pela aplicação de força como pela velocidade. O sistema cardiorrespiratório trabalha todo o tempo, já que é impossível parar de pedalar numa fixa. No velódromo, o exercício é perfeito, pois não há subidas nem descidas e o atleta pode trabalhar numa faixa de frequência pré-determinada.
Rodando num velódromo, as variáveis cadência, frequência cardíaca e velocidade são totalmente controladas durante o treino, especialmente nos treinos intervalados.
“Outro fator positivo do treino em velódromo é a proximidade do treinador do atleta. A cada volta, lá está o técnico orientando o ciclista”, afirma Guilherme.
DICAS PARA INICIANTES
Para quem quer iniciar no velódromo ou apenas curtir uma bike de pinhão fixo, vale conferir as dicas do Guilherme:
Existem diversos tipos de velódromos. Eles podem ser abertos e sem iluminação, abertos e iluminados ou cobertos. Mas a principal qualidade que os diferem entre si é o material da pista, que pode ser feita de cimento, asfalto, tarmac (uma espécie de precursor do asfalto) e o melhor de todos os pisos, a madeira. Entre as madeiras, a melhor é considerada o pinheiro siberiano, ou Pinho de Riga, que reveste a pista do velódromo do Rio de Janeiro e foi construída pela empresa holandesa Sander Douma, a mesma que fez a pista do velódromo dos Jogos de Atenas.
Outra preocupação na hora da construção é que a pista seja totalmente isenta da influência do vento, algo comum nos velódromos descobertos, mas também em alguns velódromos de última geração. Quem rodou no Velódromo da Barra, no Rio, garante que um dos lados fica exposto ao vento.
A pista de um velódromo pode variar de 150 a 500 metros. A maioria tem 250 metros, como é o caso do velódromo carioca. A inclinação pode variar de 12º a 42º, conforme a extensão da pista.
PROVAS OLÍMPICAS
As provas de velódromos são as seguintes:
Strach: É uma prova de largada conjunta (não existem eliminatórias, todos os participantes iniciam a prova em simultâneo) em que o objetivo é chegar no final em primeiro.
Corrida por pontos: É a prova mais longa do ciclismo de pista. A distância é de 25 km para mulheres e 40 km para homens. A cada sprint de dez voltas, os quatro melhores posicionados recebem uma pontuação, que dobra no último sprint. O vencedor é o ciclista que somar mais pontos. Nesta modalidade somente são disputadas provas individuais.
Keirin: A prova é disputada em oito voltas. Nas primeiras cinco voltas e meia, os ciclistas seguem uma bicicleta motorizada. Ela dita o ritmo do percurso até chegar aos 45 km/h. Quando a moto sai da pista os atletas dão o máximo nas últimas duas voltas e meia.
Madison: A prova é disputada entre dois ciclistas. Um deles mantém ritmo lento na parte alta da pista, enquanto outro percorre o mais rápido possível a parte baixa do velódromo. Há uma troca de ciclista, chamada de “câmbio”. O ciclista que está na parte de baixo toca a roda do companheiro para que este prossiga pedalando. A dupla pontua a cada 20 voltas completadas. O vencedor é quem completar o maior número de voltas. Em caso de empate, o vencedor será o que somou mais pontos.
Velocidade: É uma prova bastante curiosa de assistir. Nos primeiros 800 metros, os ciclistas pedalam lentamente, para evitarem ficar a frente do adversário, para que não se dê a vantagem do vácuo. O percurso total tem mil metros, mas somente os últimos 200 metros são cronometrados. Dois atletas percorrem a pista para competirem um contra o outro. A prova é percorrida em três voltas e é eliminatória.
Velocidade olímpica: Disputada por equipes de três ciclistas que largam em posições opostas da pista. Na primeira volta a disputa é liderada por um ciclista, que sai da disputa quando a volta é completada. Na segunda volta, o segundo competidor assume a liderança e sai da disputa na conclusão do término do percurso. Na última volta, o terceiro competidor completa a prova. Os pontos dos três ciclistas são somados para definir a equipe campeã. A prova somente é disputada por homens.
Contra o relógio: O ciclista larga sozinho na pista para percorrer mil metros. As mulheres correm 500 metros. Cada competidor larga em intervalos de 90 segundos.
Perseguição: Os ciclistas largam em posições opostas do velódromo. O atleta que ultrapassar primeiro o adversário vence a prova. Se não acontecer isto, o vencedor é aquele que completar o percurso da prova em menos tempo. Para homens, a distância é de 4 mil metros e 3 mil para mulheres. As provas são disputadas individualmente e por equipes.
Perseguição por equipes: A prova é disputada por quatro componentes, que completam 14 voltas. A equipe que terminar primeiro a distância com três ciclistas ou aquela que ultrapassar o terceiro ciclista adversário vence.
Quilômetro contra o relógio: A disputa é individual e consiste numa corrida contra o relógio entre a linha de partida e de chegada. Os ciclistas partem em intervalos de um minuto. São mil metros para os homens e 500 metros para as mulheres.
NO BRASIL
O primeiro velódromo do Brasil foi construído em 1892 e ficava onde é hoje a Rua da Consolação, na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Em 1901 o Velódromo Paulistano virou estádio de futebol. Em 1963, a cidade ganhou o velódromo da Universidade de São Paulo, construído para receber os Jogos Pan-Americanos.
Hoje, o velódromo da maior cidade do Brasil está irreconhecível. Mas, se nos serve de consolo, o mesmo destino teve o velódromo de Herne Hill, construído para receber as provas dos Jogos Olímpicos de Londres, em 1948.
Saiba como estão os velódromos do Brasil:
Rio de Janeiro, RJ – Inaugurado às pressas para o Pan de 2007, o Velódromo da Barra, como é conhecido, é de primeiro mundo e o mais sofisticado da América Latina. Tem pista de madeira de 250 metros, elevador para ciclistas, cronômetros e placares Tissot. Acomoda 1.500 espectadores. Atualmente sob a tutela do COB, mas foi utilizado pouquíssimas vezes após o Pan. Será desmanchado para dar lugar a outro velódromo que vai receber as provas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
Betim, MG – Fica no Parque Fernão Dias, na divisa entre os municípios de Betim e Contagem. A pista é de concreto e a Federação Mineira de Ciclismo manifestou o interesse em reformá-lo. Os ciclistas pisteiros da Grande Belo Horizonte se encontram em algumas datas para pedaladas entre amigos.
Curitiba, SP – Na capital paranaense, o velódromo fica junto no Centro Esportivo Municipal, no Jardim Botânico. Inaugurado em 1979, recebeu reformas para sediar os Jogos Sul-Americanos em 2002. Tem várias pequenas rachaduras, resultado de infiltrações. A pintura e área externa estão degradadas e há mato nas muretas de proteção.
Caieiras, SP – Inaugurado em 2003, o Velódromo Municipal de Caieiras – na Grande São Paulo – tem pista de concreto de 250 metros e já recebeu provas importantes do calendário nacional.
Maringá, PR – Inaugurado em junho de 2008, é descoberto e tem pista de 250 metros de concreto. O equipamento é parte integrante do Complexo Olímpico de Maringá. Após oito meses sem nunca ser utilizado, foi severamente pichado no início de fevereiro 2010.
Americana, SP – Fica junto ao Conjunto Poliesportivo Ayrton Senna da Silva e é utilizado pela equipe de ciclismo local e pelo time de Iracemápolis, entre outros. Tem pista descoberta de cimento de 333,33 metros de extensão.
USP, São Paulo – Foi construído em 1963 quando a capital paulista recebeu os Jogos Pan-Americanos e a universidade sempre restringiu seu uso. Tem pista de 200 metros de cimento. Está fechado desde o final dos anos 80.
Há um ditado que diz que o ciclismo de pista é o pai e a mãe de todas as modalidades. E é a pura verdade, pois as bicicletas com pinhão fixo aperfeiçoam o gesto da pedalada, seja no mountain bike, ciclismo de estrada ou bicicross.
Se pegarmos o quadro de medalhas de qualquer encontro olímpico, os países que se destacam são justamente aqueles onde o ciclismo de pista é mais desenvolvido.Dos velódromos saem a maioria esmagadora das medalhas do ciclismo. No Pan do Rio, por exemplo, foram 33 medalhas em jogo dentro de nosso velódromo e o Brasil não ficou com nenhuma delas. No fim, amargamos a modesta nona colocação no quadro geral de medalhas do ciclismo, dominado pelos colombianos, que ganharam quatro medalhas de ouro, cinco de prata e uma de bronze. O mesmo se passou em Guadalajara, com a triste diferença que o Brasil não conquistou nem uma simples medalha em nenhum esporte com bicicleta.
O grande bicho papão dos velódromos na atualidade são os britânicos. Em Pequim, os ciclistas a serviço da rainha faturaram oito medalhas de ouro, quatro de prata e duas de bronze. Os arqui-rivais franceses ficaram na segunda colocação com duas de ouro, três de pratas e uma de bronze. Para Londres, a equipe da casa promete muitos títulos.E a tradição britânica vem de longe. No final do século XIX e nos dois primeiros anos do século XX, era comum as pessoas irem ao velódromo todas as noites depois que o pubs se fechavam para acompanhar os rachas locais. Até hoje a tradição é mantida, com corridas quase todos os dias, inclusive com apostas em dinheiro.
Atualmente a Grã Bretanha tem 23 velódromos, o Japão 47 e a Austrália 20. Não é em vão que os britânicos conquistaram 14 medalhas em Pequim, sendo oito de ouro. Nossa vizinha Argentina tem 39 velódromos e trouxe para casa uma medalha de ouro conquistada no velódromo de Laoshan, em Pequim.
AS BIKES
As bicicletas utilizadas em velódromos – as pisteiras – têm características bem diferentes das bikes de ciclismo estrada. Para começar, tem o pinhão traseiro fixo, isso é, as alavancas do pedivela giram juntamente com as rodas. Não há descanso quando se pedala uma bike de pista.
A outra diferença é que não há freios. Para frear, o ciclista aplica uma força contrária nos pedais. A corrente é mais grossa e o uso das blocagens é vetado. As rodas são fixadas com porcas de tamanho 15mm e a gancheira traseira tem a abertura voltada para trás. Em competições oficiais, o pedal deve ter travas suplementares que passam sobre a sapatilha.Os pneus em sua maioria absoluta são os tubulares, que em caso de furo não murcham imediatamente e tornam o controle da bike mais fácil nessa situação.
Como era de se esperar, num país carente de velódromos, as pisteiras são raras por aqui e difíceis de encontrar. O que muita gente faz é montar sua própria bike de velódromo usando um quadro de estrada com componentes de pista. Mas com paciência e uma boa dose de engenhosidade e improviso é possível montar uma boa bike.
O ciclista campineiro Luiz Guilherme Stangier Pires Barbosa descobriu o ciclismo de pista em 2004, na ocasião em que representou a cidade nos Jogos Regionais, e foi contagiado pelo vício das pisteras.Hoje, o policial civil e ciclista amador tem cinco bicicletas de velódromo e conhece a receita para se montar uma bike de pista gastando pouco. “Voltei dos Jogos e montei duas bikes de pista. Nunca mais parei”, conta.
E a primeira bike de Guilherme foi uma Caloi 12, com a traseira retrabalhada. “Encurtei a traseira em 3cm e construí uma gancheira específica para pista”, lembra.
Os componentes são todos específicos para bike de pista. Mas sempre é possível improvisar. Guilherme ensina que o pedivela de estrada pode ser aproveitado. O pinhão pode ser o mesmo de uma bike trial e o cubo traseiro, de rosca, é o mesmo tipo utilizado nas bikes populares de rua, sem marcha, que custam R$ 12 o par. A corrente pode ser a de uma bicicleta Barraforte, mais grossa, e muito barata.O pedivela de uma estradeira também dá para ser aproveitado. “Basta tirar a coroa grande do pedivela e fixá-la para o lado de dentro. Mas tem que ficar atento com o alinhamento da corrente entre o pinhão e a coroa”, ensina Guilherme. Normalmente se utilizam coroas entre 48 e 53 dentes e pinhões que tenham entre 14 e 17 dentes.
O ideal é que o pedivela seja um pouco mais curto, de 170mm ou 172,5mm, por exemplo.
Diversos quadros podem ser utilizados na montagem de uma bike de pista. “A primeira geração da Caloi Strada de alumínio é perfeita. Mas pode ser uma KHS de cromo, uma Trek, uma Specialized. Tanto faz.”.No Brasil é possível encontrar quadros argentinos das marcas Privitera ou Collner, e outros importados como os Vicini específicos para pista, Bianchi e os nacionais da Mônaco. A Volare chegou a ter quadros para pista, que equiparam inclusive a Seleção Brasileira, mas a marca não está mais disponível no mercado. Um quadro Vicini para pista, com caixa de direção e garfo sai por R$ 700. Já um quadro de cromo KHS, usado, vai sair por R$ 200, já com a mão-de-obra e solda TIG necessária para fazer a adaptação na gancheira traseira.
Uma coroa de 48 dentes da Blackspire pode ser encontrada por R$ 160 com comerciantes especializados. O melhor é usar um guidão específico para pista, que tem a curva mais suave e não tem os passadores dos cabos. Os eixos são comuns e as porcas podem ser compradas em lojas de ferragens mesmo.
Quem puder investir num bom pedivela de pista vale a pena. Os da marca Miche custam em torno dos R$ 400. A Shimano e a Campagnolo também tem modelos específicos para pisteiras.
AS VANTAGENS DA FIXA
Pedalar uma bike de pinhão fixo é o melhor educativo para a pedalada. Na bike fixa o ciclista faz o exercício nos 360º do ciclo da pedalada e traciona 100% do tempo.
Outra vantagem é o desenvolvimento da potência, tanto pela aplicação de força como pela velocidade. O sistema cardiorrespiratório trabalha todo o tempo, já que é impossível parar de pedalar numa fixa. No velódromo, o exercício é perfeito, pois não há subidas nem descidas e o atleta pode trabalhar numa faixa de frequência pré-determinada.
Rodando num velódromo, as variáveis cadência, frequência cardíaca e velocidade são totalmente controladas durante o treino, especialmente nos treinos intervalados.
“Outro fator positivo do treino em velódromo é a proximidade do treinador do atleta. A cada volta, lá está o técnico orientando o ciclista”, afirma Guilherme.
DICAS PARA INICIANTES
Para quem quer iniciar no velódromo ou apenas curtir uma bike de pinhão fixo, vale conferir as dicas do Guilherme:
- Suba na bike pensando que não sabe andar de bicicleta nem pedalar.
- Lembre-se que a bike não tem freios.
- Tire as sapatilhas e faça a primeira pedalada num local sem movimento.
- Use relações mais leves no início. Guilherme recomenda o 44×14.
- Ao andar num pelotão tenha profundo respeito pelo vácuo.
- Andar no velódromo exige habilidade, portanto seja humilde e cuidadoso.
Existem diversos tipos de velódromos. Eles podem ser abertos e sem iluminação, abertos e iluminados ou cobertos. Mas a principal qualidade que os diferem entre si é o material da pista, que pode ser feita de cimento, asfalto, tarmac (uma espécie de precursor do asfalto) e o melhor de todos os pisos, a madeira. Entre as madeiras, a melhor é considerada o pinheiro siberiano, ou Pinho de Riga, que reveste a pista do velódromo do Rio de Janeiro e foi construída pela empresa holandesa Sander Douma, a mesma que fez a pista do velódromo dos Jogos de Atenas.
Outra preocupação na hora da construção é que a pista seja totalmente isenta da influência do vento, algo comum nos velódromos descobertos, mas também em alguns velódromos de última geração. Quem rodou no Velódromo da Barra, no Rio, garante que um dos lados fica exposto ao vento.A pista de um velódromo pode variar de 150 a 500 metros. A maioria tem 250 metros, como é o caso do velódromo carioca. A inclinação pode variar de 12º a 42º, conforme a extensão da pista.
PROVAS OLÍMPICAS
As provas de velódromos são as seguintes:
Strach: É uma prova de largada conjunta (não existem eliminatórias, todos os participantes iniciam a prova em simultâneo) em que o objetivo é chegar no final em primeiro.
Scratch
Corrida por pontos
Keirin
Madison
Velocidade
Velocidade olímpica
Contra o relógio
Perseguição
Perseguição por equipe
Quilômetro contra o relógio
O primeiro velódromo do Brasil foi construído em 1892 e ficava onde é hoje a Rua da Consolação, na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Em 1901 o Velódromo Paulistano virou estádio de futebol. Em 1963, a cidade ganhou o velódromo da Universidade de São Paulo, construído para receber os Jogos Pan-Americanos.
Hoje, o velódromo da maior cidade do Brasil está irreconhecível. Mas, se nos serve de consolo, o mesmo destino teve o velódromo de Herne Hill, construído para receber as provas dos Jogos Olímpicos de Londres, em 1948.
Saiba como estão os velódromos do Brasil:
Rio de Janeiro, RJ – Inaugurado às pressas para o Pan de 2007, o Velódromo da Barra, como é conhecido, é de primeiro mundo e o mais sofisticado da América Latina. Tem pista de madeira de 250 metros, elevador para ciclistas, cronômetros e placares Tissot. Acomoda 1.500 espectadores. Atualmente sob a tutela do COB, mas foi utilizado pouquíssimas vezes após o Pan. Será desmanchado para dar lugar a outro velódromo que vai receber as provas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
Betim, MG – Fica no Parque Fernão Dias, na divisa entre os municípios de Betim e Contagem. A pista é de concreto e a Federação Mineira de Ciclismo manifestou o interesse em reformá-lo. Os ciclistas pisteiros da Grande Belo Horizonte se encontram em algumas datas para pedaladas entre amigos.
Curitiba, SP – Na capital paranaense, o velódromo fica junto no Centro Esportivo Municipal, no Jardim Botânico. Inaugurado em 1979, recebeu reformas para sediar os Jogos Sul-Americanos em 2002. Tem várias pequenas rachaduras, resultado de infiltrações. A pintura e área externa estão degradadas e há mato nas muretas de proteção.
Caieiras, SP – Inaugurado em 2003, o Velódromo Municipal de Caieiras – na Grande São Paulo – tem pista de concreto de 250 metros e já recebeu provas importantes do calendário nacional.
Maringá, PR – Inaugurado em junho de 2008, é descoberto e tem pista de 250 metros de concreto. O equipamento é parte integrante do Complexo Olímpico de Maringá. Após oito meses sem nunca ser utilizado, foi severamente pichado no início de fevereiro 2010.
Americana, SP – Fica junto ao Conjunto Poliesportivo Ayrton Senna da Silva e é utilizado pela equipe de ciclismo local e pelo time de Iracemápolis, entre outros. Tem pista descoberta de cimento de 333,33 metros de extensão.
USP, São Paulo – Foi construído em 1963 quando a capital paulista recebeu os Jogos Pan-Americanos e a universidade sempre restringiu seu uso. Tem pista de 200 metros de cimento. Está fechado desde o final dos anos 80.
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