sábado, 8 de outubro de 2011

                                    Fotos da Trilha Serra Mossoró na última quinta 06/10/11 . 
   

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Só na Pedal Peças você encontra todos os modelos das rodas Vzan.

VZAN ESCAPE

VZAN OVERHILL P/ FREIO A DISCO E V BRAKE


VZAN MAXX

VZAN CONCEPT

VZAN FUTURA

terça-feira, 4 de outubro de 2011

PEDAL DE QUINTA 06/11/11.

       Pra quem esta com saudades de uma boa trilha nesta quinta dia 06/10 iremos fazer aquela velha e querida trilha à SERRA MOSSORÓ voçê é nosso convidado, venha redescobrir o prazer de Pedalar por uma trilha que é a queridinha de muitos Ciclista, a noite com uma galera amiga e boa de resenha, venha conferir. 

Destino: _______Serra Mossoró.
Distancia: _____  36 km.
Saída as: ______ 07:30Hs.
Nível: _________Iniciante/Intermediário/Alto.
Data: _________ 06/10/2011Quinta.
Concentração: __ Praça do Rotary.

 

domingo, 2 de outubro de 2011

A IMPORTÂNCIA DA MUSCULAÇÃO PARA PRATICANTES DE CICLISMO

Pedalar em princípio é considerado uma atividade inata ao ser humano por ser necessário um aprendizado motor. O movimento circular com aplicação de força nos 360º, envolve um sincronismo de vários grupos musculares agônicos, antagônicos, sinergistas e estabilizadores.

Os glúteos, os quadríceps, os gastrocnêmios e os posteriores de coxa são por assim dizer, os principais. Entretanto, os flexores de quadril, os adutores, abdutores de coxa, os anteriores de perna e até os dos pés estão sempre presentes ajudando a manter o movimento em círculo de modo regular. Engana-se quem acha ser esses grupos musculares os únicos envolvidos. O abdome, os lombares e os dos membros superiores precisam estar bem preparados para exercer a função estabilizadora. Esse preparo advém de um programa complementar de musculação que os adeptos do ciclismo devem optar para melhorar o prazer de pedalar. Dores em músculos supostamente secundários na ação podem se transformar em martírio durante um determinado percurso.

Sendo assim, o programa deve ser direcionado a aumentar as diversas manifestações da força, da potência e da flexibilidade completada com as aulas de alongamento. Embora a força resistente, descrita por (Harrre, 1976) como a capacidade de resistir à fadiga do organismo, em caso de performance de força de longa duração, seja maior exigência da aula, pedalar certinho nos 360º requer desenvolvimento da coordenação motora e das estruturas neuromusculares, qualidades desenvolvidas com um programa inteligente de musculação. Em vários momentos das aulas, as manobras podem requerer a manifestação da potência, da força explosiva de média ou curta duração.

Tudo deve começar por uma conversa inicial com os professores encarregados pela avaliação onde serão detectados, entre outros fatores, as possíveis desarmonias nas cadeias musculares. O biótipo e as proporções corpóreas são igualmente importantes na elaboração do programa haja vista que no momento do ato de pedalar os braços de alavanca fazem a diferença. Isso explica por exemplo o porque de alguns ciclistas terem mais ou menos dificuldades ou facilidades para determinadas manobras durante um percurso.
A prescrição ideal deve estar incluída numa periodização começando por um programa global envolvendo os grandes grupos musculares agônicos e antagônicos. Não menos importante, músculos menores devem receber a mesma atenção tais como os flexores de quadril, o piriforme, gêmeos superior e inferior, obturador interno e externo e quadrado femoral). Esses e outros músculos do tronco e quadril são importantes na transmissão de força para as pernas e prevenção de dores, dormências e lesões nas regiões lombar e glútea.

Rotina de exercícios sugerida:
Abdominal, Agachamentos, Flexão e Extensão de Joelho, Adução e Abdução de Coxa, Elevação e Perna, Elevação dos Pés, Flexão e Extensão de Cotovelo, Flexão e Extensão Radioulnar e Flexão de Mão, Voador e ou Supino, Puxada por Trás, Elevação de Ombro e Alongamentos.
Bom, como sempre costumo dizer, nenhuma modalidade esportiva é completa por si só. Alguns especialistas chegam a afirmar que um ciclista profissional pode ter uma melhora de rendimento de até 10% com o treinamento de musculação. Se as aulas de spining, ciclismo in Door entre outras semelhantes, trazem a fundamentação teórica desse esporte, é de se esperar que o mesmo resultado possa ser conseguido. Não esquecendo entretanto, que a variedade de exercícios pode estar relacionado com a qualidade de vida.

La Deportista.com.ar elegerá com sua ajuda a Rainha da Primavera 2011

Existem esportistas que combinam esporte com beleza. Como vem realizando já há cinco anos, La Deportista.com.ar elegerá com sua ajuda a Rainha da Primavera 2011 e suas duas princesas, entre centenas de atletas de todos os esportes.

A eleição não foi tarefa fácil já que tivemos que rastrear a mulheres esportistas de todo o mundo. Foi grande nosso assombro ao encontrar garotas formosas e talentosas trabalhando duro por um sonho, o de triunfar no esporte. Bem, basta de tanto papo furado, realizamos uma preseleção de 14 esportistas.











1) Danica Patrick

Nasceu em 25 de março de 1982 em Beloit, Wisconsin. Ela é uma piloto estadounidense competidora nas séries “IndyCar “, onde debutou no ano 2005.




2) Anna Kournikova

Sempre foi consciente de sua beleza já que fez alguns trabalhos como modelo na sua juventude. Na América se tornou popular por causa de se namorado, o cantor Enrique Iglesias.







3) Leryn Franco


Assi como Anna Kournikova, exerce sua atividade de modelo em paralelo com seus treinamentos de lançamento de jabalina. Franco nasceu em 1982 em Asunción, a capital do Paraguai.




4) Blair O’Neal

Esta bela loira é uma das golfistas mais sex do planeta. Nasceu em Missouri, Estados Unidos. E já é uma celebridade dentro e fora do campo.






5) Lacey Jones

Nasceu em 9 de abril de 1979 em San Antonio (Texas), dona de uma beleza inusual a garota, ainda que não acreditem, é uma das melhores jogadoras de póker. Pese a seus vários estudos, as apostas são a sua praia.






6) Araceli Segarra

Como alpinista é a primeira mulher espanhola a escalar o Everest, além de ser modelo que protagonizou numerosas campanhas publicitárias e sessões fotográficas para as principales revistas nacionais, ela é conferencista, apresentadora de rádio e televisão e escreve contos infantis.


7) Maria Verchenova

Nasceu em março de 1986 e se dedica professionalmente ao golf. Esta russa foi a primeira em se converter como um membro do “Ladies European Tour”.





8 ) Miesha Tate

Nasce em 1986 e é uma profissional nas artes marciais e no boxe, esportes dos quais já conquistou vários prêmios.





9) Gisela Dulko

É uma tenista argentina, nascida em 30 de janeiro de 1985. Em 20 de junho de 2005 alcançou o posto número 26 nas individuais no ranking mundial, e em 1 de novembro de 2010 chegou a ser número 1 do mundo em dupla. Em 2011 ganhou o Aberto da Australia em dupla junto a Flavia Pennetta.




10) Yelena Isinbayeva

Yelena Gadzhiyevna Isinbáyeva nasceu em 1982 em Volgogrado. É uma atleta russa especializada em salto com vara, atual campeã olímpica e europeia desta prova.


Bateu a plusmarca mundial de salto con vara feminino em um total de 27 ocasiões, 15 ao ar livre e 12 em pista coberta. Em setembro de 2009, seus récordes são 5,06m y 5,00m, respectivamente.

11) Allison Stokke

Allison Stokke nasceu em 1989 em Newport Beach. É uma norteamericana especializada em salto com vara. Em 2004, Stokke ganhou um campeonato no estado da Califórnia com 15 anos de idade, e rompeu vários récordes nacionais na sua faixa etária. No seu último ano na Newport Harbor School High, chegou a 414 cm, que foi seu ano no âmbito nacional, o segundo melhor resultado para as melheres adultas.




12) Haley Cope

Haley Cope nasceu em 11 de abril 1979 na Califórnia. É uma nadadora que ganhou uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos 2004, oito medalhas no campeonato mundial, e manteve um récorde mundial de costas de 50 metros.


13) Malia Jones

Malia Jones nasceu em Loma Linda, E.U. apesar de ter retornado a Kailua, Hawaii. Começou a surfar de maneira competitiva na adolescência, e aos 15 anos ganhou na divisão das meninas do Campeonato dos Estados Unidos Amateur Surfing. Durante a competição, Surfing Magazine a viu e lhe pediu que o modelo de traje de bahño de su propriedade. Desde então, ela apareceu na capa de mais de una dezena de revistas.




14) Amanda Beard
Amanda Ray Beard é uma nadadora de categoría olímpica e modelo dos Estados Unidos. Beard participou nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, Jogos Olímpicos de Sydney 2000, Jogos Olímpicos de Atenas 2004, e Jogos Olímpicos de Beijing 2008, obtendo um total de 7 medalhas, a mais recente nos jogos Olímpicos de Atenas 2004.

 

Bike Fit: Ajustando sua bicicleta ao seu corpo

image Bike fit
O assunto gera muita discussão, muitas teorias e vários programas de computador que prometem resolver o problema num clic. Para te ajudar a começar a entender esse imbróglio, trazemos uma maneira de abordar o tema baseado na experiência de Peter White, dois programas demos de bike fiting e mais um serviço online para você ajustar sua bicicleta ao seu corpo.


Antes de usar qualquer programa de computador ou tirar alguma medida do seu corpo, o ciclista tem que ter uma idéia clara de que tipo de pedal quer fazer na vida. Não é saber que tipo de bike quer ter, mas que uso pretende fazer dela. Você pode fazer cicloturismo com uma mountain bike ou com uma bike de estrada. Para cada uso, um bike fit diferente é necessário.
Ajustar a bike consiste em definir a posição do seu corpo junto a ela. Para competir, o corpo fica projetado mais a frete, posição esta que fica insuportável para quem vai fazer cicloturismo. Portanto, definir o que você quer fazer em cima da bike é o primeiro item do bike fit. Definido isso, é trabalhar em três pontos do seu corpo que entram em contato com a bicicleta: suas mãos, sua bunda e os seus pés. Olhando pelo lado da bicicleta, bike fit é definir a posição do selim, o posicionamento do guidão e o tamanho do pé de vela. O produto final é o quadro que vai reunir todas as medidas encontradas depois da definição do seu posicionamento.

Comprimento do Pé de Vela
Pouca gente que faz ciclismo não competitivo se preocupa com o comprimento do pé de vela. Este comprimento define o diâmetro do circulo do pedal. Quanto maior este movimento, maior será a flexão dos joelhos e dos músculos da coxa. O esforço muscular necessário para o movimento estando em pé é bem diferente de quando você esta com a perna flexionada, Basta fazer um teste: estando agachado suba 10 centímetros e perceba seu esforço. Agora estando em pé, desça 10 centímetros e sinta a diferença para os mesmos 10 cm. Portanto, acertar a flexão certa da coxa e joelhos é conseguir tirar o máximo de potência das suas pernas e transferi-la para o movimento da bike. A questão aqui é achar a flexão ideal da perna ou o ângulo do joelho para que a perna trabalhe na sua máxima potência por todo o movimento do pedal.
Segundo Peter Jon White, que tem um brilhante artigo sobre bike fit e que me baseei para fazer este, o ideal era termos um pé de vela regulável para que cada um ajustasse conforme precise. Mas como isso ainda não apareceu no mercado e ficar comprando diferentes tamanhos de pé de vela é mais inviável ainda, ele sugere uma medida que parece controversa, mas segundo ele, serviu bem a seus clientes até hoje. Meça a perna partindo do chão, estando descalço, até o topo do fêmur e usar 18,5% deste valor como o comprimento do pé de vela. Para achar o topo do fêmur, que começa uns 25 cm abaixo da última costela, basta elevar um pouco o joelho e ele se move para trás aparecendo ao lado do quadril, facilitando assim, posicionar a fita métrica.
Esta técnica ignora algumas particularidades de pessoa para pessoa, como coxas mais ou menos longas entre outras coisas. Mas dá um número que te ajuda a comprar o primeiro pé de vela para você testar e sentir se corresponde ao seu corpo.

Inclinação do selim
O selim é o último a ser lembrado na hora de comprar uma bike, mas é o primeiro a ser notado caso ele não esteja justo ao seu traseiro. Depois do primeiro dia pedalando a bike nova, você sente que nem tudo são flores. Para o segundo dia, já vem a grande idéia de inclinar o bico do selim para baixo. A dor embaixo fica um pouco amenizada, isso se você conseguir se manter sentado na bicicleta, mas depois desse segundo dia seus ombros mostram que ficar “empurrado” conta o guidão também tem seu preço.
Não adianta evitar, você tem que conseguir um selim que, posicionado na horizontal, seja confortável. A sua pélvis deve estar apoiada confortavelmente sem que você precise dos braços para suportar o corpo. Para mulheres o selim deve ser um pouco mais largo, pois a pélvis feminina é mais larga que a masculina. A maioria dos selins hoje em dia, tem um furo para aliviar a pressão no osso do púbis, assim você pode manter o selim nivelado. Quanto mais nivelado estiver o selim, mais fácil será achar a posição dos braços.

Altura do selim
Uma vez determinado o comprimento do pé de vela, seja por que método você tenha usado, o selim deve ser posicionado na altura nominal. Não é possível determinar a altura do selim somente pela medida da perna do ciclista. Enquanto alguns pedalam com o pé na horizontal, outros podem pedalar com o calcanhar mais abaixo do pedal. Para iniciantes, ajusta-se o selim para que o quadril fique perpendicular ao canote quando um pé esteja na posição mais baixa do pedal. Em outras palavras, o quadril não pode rebolar enquanto você pedala. Isto resultará na perna com uma pequena flexão dos joelhos quando você esta com eles alinhado ao eixo do pé de vela.
A posição do selim
O posicionamento do selim é um dos principais itens do bike fit, senão o maior. Acertar a distância do selim em relação ao eixo do pedal tem mais a ver com o tipo de pedalada que você pretende fazer. O cano que suporta todo seu peso sai do eixo com um ângulo que no fim definirá a que distância que você ficará dos pedais. Esta distância determina o balanço entre você e a bicicleta e define a confortabilidade e a eficiência das suas pedaladas.
Para entender melhor o que é o balanceamento no quadro da bicicleta, faça o seguinte. Fique frente a um espelho e vire-se de lado. Observe que ficando ereto seus pés, quadril e mãos ficam quase que alinhados. Agora dobre o tronco para frente um pouco e veja que para você não cair, seu quadril se deslocou um pouco para trás em relação ao eixo inicial dado pelos pés. Isso é o balanço que te mantém equilibrado.
bikefit03_140553442.jpgO tronco fica voltado para frente por dois motivos: proporcionar potência nas pernas e aerodinâmica. Com o tronco ereto, você não conseguirá usar os músculos dos glúteos. E estando longe do guidão fica mais difícil puxa-lo para ajudar na tração. Isso sem falar que reto sobre o selim, você fará mais o efeito de uma vela sendo inflada pelo vento. Com isso tudo, quanto mais potência e velocidade você desejar, mais baixo terá que estar seu tronco em direção ao guidão.
Claro que quanto mais horizontal estiver o tronco, mais desconfortável é a pedalada. Por isso que essa posição é usada somente por corredores. Para quem só quer fazer turismo, o tronco apenas inclinado ou na vertical é o preferido.
Para começar a acertar a posição do selim, coloque-o mais a frete possível para que você consiga tirar as mãos do guidão e manter o tronco no lugar sem esforço extra. Você não pode ter a sensação de que vai cair para frente. Se não fizer muita diferença aos músculos das suas costas essa posição, você estará suportando o peso do seu corpo no selim, sem usar os braços. Se o uso dos braços não for dispensável, é sinal de que os seus ombros vão reclamar depois de uma longa pedalada. Essa é a posição inicial para o ajuste do selim, lembre-se de que o bike fit como um todo é um jogo de objetivos. Você poderá assumir esforços extras para melhorar o rendimento ou, por outro lado, ajustar a bike para um super-conforto para uma volta ao mundo.
Basicamente para um super-rendimento é melhor estar avançado na bike e para conforto é melhor estar mais para trás. Veja os corredores ao subir uma montanha, estando em pé ou sentado na bike, os corpos estão todos projetados para frente. Por outro lado, cicloturistas de volta ao mundo, estão preferindo bicicletas reclinadas, onde todo o corpo fica atrás do pé de vela. Esses são exemplos extremos. Para quem quer viajar e pegar trilhas, um meio termo é o foco. Mas mesmo nesse meio termo, um ajuste de um a três centímetros na posição do selim pode afetar bem sua relação conforto/rendimento. E esses ajuste você consegue observando o ângulo do cano do canote que vai levar o selim para trás e no tipo de canote que pode ser do tipo L invertido que ajuda a posicionar o selim fora do centro do cano colocando-o mais para trás.
Fazendo um parêntese, para entender melhor essa relação de esforço versus rendimento, veja o filme O Escocês Voador, onde Graham Obree tentou uma nova posição sobre a bike para melhorar o rendimento.

O joelho não teria que estar alinhado com o eixo do pé de vela?
Esse é uma diretriz colocada por vários sistemas de bike bit. No entanto há opiniões de que não dá para colocar no mesmo saco dois ciclistas que tem a mesma altura, mas um tem o fêmur uma polegada mais longo que o outro. Neste caso a posição do selim vai ser diferente de um para outro e provavelmente um deles não vai conseguir rodar o joelho no mesmo eixo do movimento central. O que importa é o balanço geral de pesos. Em outro artigo sobre posicionamento do selim, publicado no OP, abordamos mais a fundo esta questão do posicionamento.

Posição do guidão

Assim como o selim, o guidão segue praticamente os mesmos princípios, quanto mais à frente, mais potência você conseguirá extrair das suas pernas. E quanto mais baixo, mais aerodinâmico fica o conjunto. No sentido oposto, quanto mais perto do seu corpo mais você poderá apreciar a paisagem.
De maneira geral, corredores posicionam o guidão duas a três polegadas abaixo da altura do selim, turistas deixam no mesmo nível e mountain bikers o colocam duas polegadas abaixo. Em todos os casos, o ajuste certo do guidão deverá vir depois de vários testes. O melhor a fazer é usar em diferentes posições para achar a mais correta, mesmo que isso leve tempo.

Metodologia e programas de computador    

Até agora não falamos quase em medidas de corpo. Acontece que é muito fácil medir o tamanho das pernas e colocar os dados num programa de computador e obter o tamanho do quadro. No entanto, os números que saem dos cálculos devem ser interpretados de maneira correta. É como mapa astral, hoje na internet é muito fácil ter seu mapa pronto, mas para ter a exata dimensão do seu perfil uma astróloga ainda deve ser consultada.
Com o bike fit acontece a mesma coisa, depois de ter suas medidas, algumas lojas têm um kit onde sua bike ideal é reproduzida e você faz uma prova para que ajustes finais sejam feitos. Só então seu quadro é produzido. Para quem não pretende gastar tanto com um ajuste tão fino e quer somente comprar o quadro certo, essas dicas devem ajudar numa busca mais refinada.
Um exemplo, no site que damos abaixo, você coloca suas medidas e, em segundos, você tem sua ficha. Mas fique atento que se você faz turismo usando uma mountain bike terá que usar as medidas de touring e não de montain. Sempre olhe para o uso que pretende dar a bicicleta e não o modelo que pretende usar.
Em todos os casos, essas dicas são para você começar sua busca e não para finalizar suas decisões. Encare a bicicleta como uma roupa, algumas podem vir no tamanho certo, outras precisam de ajustes e mesmo as de marcas famosas podem não cair bem em você.
bikefit06_345165841.jpg
Programas
 Abaixo você pode fazer o download de dois programas demo. O Softvelo é um programa italiano e um dos mais completos que consegui achar. Além de medidas, ele te ajuda a acompanhar os treinos e revisões periódicas do atleta. É um programa para quem quer levar a sério o treino em ciclismo. Já o Accufit para na concepção do desenho da bicicleta. Agora para quem quer apenas uma referência, o link abaixo leva a um serviço online onde você coloca três medidas e tem o set de medidas do quaro indicado para cada uso. Lembrem-se, esses dados são sugestões. Para um bike fiting realmente refinado, você deve contar com ajuda profissional. Veja o exemplo de Lance Armstrong que faz um bike fit anual e, ainda, dentro de um túnel de vento para ter o melhor ajuste possível.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Armstrong de volta ao selim







O heptacampeão do Tour de France, Lance Armstrong voltou as competições...na terra - Leadville 100  Qualifier- conquistando mais um tíulo, ao lado de Rebecca Rusch.

A prova foi realizada em Crested Butte Resort no Colorado (EUA) e válida como classificatória da tradicional corrida em Leadville 100 no dia 13 de agosto.

Mas não pense que foi fácil, a "Crested Butte Alpina Odyssey 2011" cruzou montanhas com cumes nevadas em 63 milhas ou 101km de percurso, testando a resistência dos ciclistas, inclusive de Lance que declarou ao final:

"Estou velho e aposentado", disse o campeão com 4:32 min, apenas 3 segundos mais rápido do que o local Greg Krause.

Rebecca Rusch chegou em quarto na geral e garantiu o título entre as mulheres.

Roda Cobalt 2 da Crankbrothers chega ao Brasil

 


  
  




  A Royal Pro apresenta ao mercado brasileiro a nova roda Cobalt 2 da Crankbrothers. O produto vem com visual marcante da marca americana.

Entre os diferenciais do produto são destaques sua rigidez e alta durabilidade. A Cobalt 2 também é compatível com pneus tubeless e chega ao mercado brasileiro com o valor muito mais atrativo. A Cobalt 2 é indicada para quem aproveita as duas rodas através do cross country

Especificações:
Peso: 1690g
Cores: preta ou prata
Garantia: 2 anos
Somente freio a disco
Rolamentos selados e cubo vazado
Aro e nipples de alumínio
Dianteira 688g / traseira 852g
Raio prata de aço inoxidável
Preço: R$ 2.199,00

Sorria, você está sendo fotografado!





29/09/2011

Os números do Brasil Ride - principal Ultra Maratona em Mountain Bike da América Latina - impressionam. Ano passado, a equipe de fotógrafos composta por 6 integrantes trabalharam em média 17 horas por dia. Isso gerou a captação de mais de 30 mil fotografias que foram distribuídas por 5 continentes. Além disso, foi disponibilizado um serviço inovador: um Pacote Fotográfico Personalizado, contendo no minímo 25 imagens de cada participante, além das melhores 100 fotografias gerais do evento em alta resolução, entregue no encerramento do evento.

Para esse ano a equipe pretende repetir a dose de sucesso, garantindo no mínimo de 30 imagens de cada competidor. Inclusive, na edição passada, alguns atletas chegaram a levar para casa até 180 fotos pessoais em uma única dose via pen-drive.

A equipe de fotografia e a organização esperam que nenhuma imagem escape de sua memória ou das lentes dos fotógrafos. Por isso basta adquirir seu pacote durante a retirada do kit de participação em Mucugê. Vale lembrar que no acampamento em Mucugê o pagamento pode ser feito apenas com cheque ou dinheiro.

Para incentivar aquisição do pacote fotográfico por dupla os preços são diferenciados e com desconto.

SUA PARTE:  percorrer aproximadamente 600km no maior desafio de mountain bike já realizado em solo brasileiro
NOSSA PARTE: repetir o sucesso de 2010: 6 profissionais da fotografia, cobertura "non stop" e milhares de imagens garantidas.
PARA VOCÊ ATLETA: fotos personalizadas e exclusivas, gravadas em pen-drive no termíno do evento.

Assim, o mais autêntico espírito do mountain bike irá perpetuar para sempre, muito além de suas lembranças. E lembre-se, sorria você está sendo fotografado! Mais informações: foto@bikenamidia.com

Sobre Brasil Ride:
A segunda edição da Ultra Maratona em Mountain Bike realizada na Chapada Diamantina (BA) já tornou-se o principal desafio ciclístico já realizado na América Latina por oferecer infraestrutura completa comparado aos maiores eventos do mundo. A Brasil Ride 2011 acontecerá entre os dias 23 à 29 de outubro 2011, com a presença de competidores de 17 países, separados em equipes (duplas) em 4 categorias: Open (masculino), Feminino, Misto e Máster (atletas acima de 40 anos). A prova será disputada em 7 etapas, somando mais de 600 quilômetros de percurso e 11 mil metros acumulados de subidas!  Brasil Ride tem o patrocínio (Official Supplier) da RC BIKES, TAP PORTUGAL e SHIMANO. Official Vehicle: FORD. Official Organization Wear: TIMBERLAND. Supporters (apoios): Dynamic Lab, Thule, Tia Sônia, Kärcher e Top Four.

Mais inforrmações: http://www.brasilride.com

Campeonato Mundial de Estrada e Contrarrelógio 2011





29/09/2011

Cavendish, Goss e Specialized dominam o Mundial de Ciclismo

Com velocidade em abundância e somente um pouco de arrasto aerodinâmico, Mark Cavendish, Matt Goss e a Specialized Venge dominaram o Campeonato Mundial de Ciclismo. Cavendish competiu com sua Venge até a vitória para a Grã-Bretanha e Goss - normalmente um companheiro de equipe na equipe HTC-Highroad - levou a prata para a Austrália. Andre Greipel, da Alemanha chegou em terceiro. Todos os três usaram capacetes Specialized Prevail.

"Quando eu dou a paulada eu sei se vou vencer ou não. E quando eu venço eu venço de maneira convincente." declarou Cavendish. "Eu vi Goss se aproximando no final. E sabíamos que não seria um passeio no parque, e que seria muito disputado."

Cavendish se desgarrou dos seus companheiros Britânicos na última curva da corrida de mais de 260km e colou na roda de Goss a 900m da linha.

"Eu sei que é uma roda boa para se pegar," adicionou Cavendish "Eu vi uma oportunidade e fui atrás dela, mesmo que antecipadamente."

Na ligeira subida para a chegada, Cavendish parecia estar perdendo velocidade enquanto Goss atacava. Goss não alcançou Cav mas cruzou na frente de Greipel.

Cavendish tornou-se o primeiro Campeão Mundial da Grã Bretanha desde Tom Simpson, 46 anos atrás, no ano de1965 em San Sebastián. A vitória monumental combinada com a sua camisa verde no Tour desse ano, fecha com chave de ouro sua melhor temporada até hoje.

Goss também brilhou ao longo do ano, começando com sua vitória na Milan-San Remo (apresentando a Venge para o mundo) e encerrando o ano com uma medalha de prata no mundial.

"Não me contento em ser madrinha, mas foi uma boa maneira de terminar a temporada," disse Goss. "A equipe deu o sangue por mim e eu adoraria ter retribuído com uma vitória, mas não posso reclamar."

"Era uma subidinha e eu venci," continuou Cavendish. "Fui apontado por muitos como o favorito hoje. Alguns disseram que seria duro para sprintistas, mas eu consegui. Eu tinha dois objetivos nesse ano, a camisa verde do Tour e essa prova.”

A vitória de Cavendish marca a 17ª vitória em um mundial para a Specialized. Só nesse Outono, atletas da Specialized venceram três títulos no Mundial de Mountain Bike (cross-country, downhill júnior e for cross) e três no Mundial de Ciclismo (Estrada Masculino, Contra Relógio Individual Masculino e Feminino.